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terça-feira, 17 de dezembro de 2019

NOTA DE REPÚDIO - LIBERDADE DE IMPRENSA





Uma liminar da Justiça do Rio de Janeiro concedida pela juíza Alessandra Cristina Tuvfesson determinou que a Prefeitura do Rio pare de impedir o acesso de jornalistas do Grupo Globo a eventos abertos à imprensa e que garanta a eles a possibilidade de formular perguntas em igualdade de direitos com os demais jornalistas.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

INTERNET INFLUENCIOU 85% DOS ELEITORES ATRAVÉS DAS MÍDIAS SOCIAIS


Imagem: Editoria

Núcleo de conteúdo ANIBRPRESS    

Governos e órgãos locais se envolveram em formas de interferência pela internet na tentativa de influenciar eleições em 26 de 30 nações estudadas por uma agência de monitoramento da democracia ao longo do ano passado, que avaliou também a situação no Brasil. É o que garante a agência de notícias Reuters.

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

NOTA DE REPÚDIO - VIOLÊNCIA NO RIO DE JANEIRO





VIOLÊNCIA:

Rio violento é a rota do inferno


NOTA OFICIAL


A Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI vêm a público manifestar seu repudio, por meio de nota oficial divulgada em decorrência da incessante onda de violência que assola o Estado do Rio de Janeiro.

São constantes e inúmeras mortes em confrontos com as forças policiais e ação de bandidos, que a cada momento fazem vitimas fatais em seus ataques a população civil e as forças policiais.

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Torneio AMORE/ANI de Vôlei de Praia no Recreio dos Bandeirantes reúne competidores de várias cidades do Rio de Janeiro


Foto: Danilo Gomes
Núcleo de conteúdo ANIBRPRESS


O 1º Torneio de Vôlei de Praia Master, realizado no dia 26 de outubro no Recreio dos Bandeirantes, organizado pela AMORE (Associação de Moradores do Recreio) com apoio da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI reuniu dezenas de competidores e se constitui em mais um mega evento do projeto “ANI NAS RUAS”, lançado em 2016.

terça-feira, 22 de outubro de 2019

O Jornalismo tradicional em crise atingido por uma avalanche de 8,6 bilhões de conectados. O uso da mídia alternativa como suporte para novos mercados

Editoria

(...) “O WhatsApp têm sido uma ferramenta eletrônica de grande valia para a sociedade, e por sua agilidade, se tornou o maior vilão da imprensa tradicional. É preciso repensar a informação, sem perda de conteúdo, para conquistar uma população mundial de 7, 6 bilhões de pessoas” – explica o dirigente.

terça-feira, 1 de outubro de 2019

ANI VAI REALIZAR O I - ENCONTRO INTERNACIONAL DE JORNALISMO E COMUNICAÇÃO NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

Imagem: Reprodução da Internet


Núcleo de conteúdo ANIBRPRESS
     
Expandir a atuação do jornalismo brasileiro e reafirmar laços com entidades congêneres e instituições de jornalismo e comunicação estrangeiras. É esta a base da atuação internacional da ANI, prevista no seu Estatuto para o incremento dessas relações: (IX - desenvolver intercâmbio cultural com associações congêneres nacionais e estrangeiras;). Para consecução deste objetivo no âmbito da comunicação de massa, a ANI usará seu canal de TVANIBRPress.

domingo, 22 de setembro de 2019

NOTA EM DEFESA DA SOCIEDADE





O GOVERNADOR QUE MATA

"A vida é significado; a vida é desejo".
(Charles Chaplin)
                     
A Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI e sua Comissão de Enfrentamento da Violência contra Jornalistas, Repórteres e Afins – CEV/RJ na extensão da sua atuação em prol da cidadania e a segurança da população e no fiel cumprimento de JUSTIÇA, manifesta sua indignação e repúdio ao ato que ceifou a vida da menina Agatha Vitória, de oito anos, no Complexo do Alemão, na noite de sexta-feira.

terça-feira, 3 de setembro de 2019

OS CORONÉIS DA MÍDIA NO BRASIL. A POLÍTICA E A ERA ELETRÔNICA.


(...) “O Brasil mantém a comunicação de massa como privilégio de oligarquias, plantada no regime militar no seio de uma cultura colonial, onde as famílias tradicionais é quem davam as cartas”. – destacou o presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI.

De acordo com a pesquisa Monitoramento da Propriedade da Mídia (Media Ownership Monitor ou MOM), financiada pelo governo da Alemanha e realizada em conjunto pela ONG brasileira Intervozes e a Repórteres Sem Fronteiras (RSF), baseada na França, cinco famílias controlam metade dos 50 veículos de comunicação com maior audiência no Brasil.

sábado, 17 de agosto de 2019

O BRASIL ESTÁ NO TOPO DO RANKING DAS NAÇÕES QUE MAIS COMETE VIOLÊNCIA CONTRA JORNALISTAS

 (...) “Líderes democraticamente eleitos não vêem a imprensa como parte da base essencial da democracia, mas como um adversário ao qual se mostra abertamente a sua aversão”.

ANIBRPRess

O Brasil ocupa a 102ª posição no ranking de Liberdade de Imprensa, segundo avaliação da ONG Repórteres Sem Fronteiras. O fato é que o país ainda é um dos mais violentos da América Latina para a prática do jornalismo devido à ausência de órgão estatal de proteção para os repórteres em perigo e ao clima de impunidade, capitaneado por violência da pessoa, censura ordenada pelo judiciário e com isso alimentado por uma corrupção onipresente.

sexta-feira, 19 de julho de 2019

NOTA TÉCNICA EM DEFESA DA ADVOCACIA



A Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI e sua Comissão de Enfrentamento da Violência contra Jornalistas, Repórteres e Afins – CEV/RJ na extensão da sua atuação em prol da cidadania e da segurança jurídica titulada pela advocacia brasileira, manifesta sua indignação e repúdio a PEC 108/2019.
                                                                                     
O projeto governista tem claro objetivo de CALAR A ADVOCACIA. É singular e explícito um ato de CENSURA que amordaça e tutela a liberdade de expressão, a defesa da sociedade, atingindo implacável o seio da comunidade universal.

quinta-feira, 27 de junho de 2019

CCJ DO SENADO APROVA LEI QUE PUNE O ABUSO DE AUTORIDADE

Editoria

Mais uma vitória da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI que entrou com Nota Técnica no Senado.

ANIBRPRess

A Associação Nacional e Internacional de Imprensa- - ANI comemora a aprovação pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado do projeto conhecido como dez medidas da corrupção, que inclui a punição ao abuso de autoridade de magistrados e integrantes do Ministério Público. Em 2018 a ANI entrou com Nota Técnica no PL 280/2016 em tramitação no Senado Federal, onde salientou a necessidade da sua aprovação como forma de proteger a sociedade da crueldade dos agentes públicos.

quarta-feira, 29 de maio de 2019

FACEBOOK BLOQUEIA 2,2 BILHÕES DE CONTAS FALSAS NO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2019


A ONG Avaaz, que realiza ações de 'ciberativismo' apontou, mais de 500 páginas e grupos no Facebook seguidos por mais de 32 milhões de usuários suspeitos de espalhar informações falsas e conteúdo de incitamento ao ódio.

Em seu relatório publicado recentemente, a rede social americana também detalhou os conteúdos que violam suas regras de uso. Para nudez, violência, sexo, exploração sexual de crianças ou propaganda terrorista, o Facebook afirma detectar mais de 95% dos conteúdos, antes de serem denunciados por um usuário.

No entanto segundo a ONG “esta proporção cai, no entanto, para 65% para as mensagens de incitamento ao ódio (racismo, antissemitismo, etc.) e até 14% para o assédio, mais difícil de detectar”.

Com objetivo de “limpar” o lixo internauta, o diretor executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou os resultados de uma gigantesca operação de limpeza de bilhões de contas falsas e rejeitou os pedidos para desmembrar sua rede social. A empresa americana, que enfrenta um aumento de tentativas de criações automáticas de contas maliciosas, detectou e bloqueou - antes da ativação - 1,2 bilhão de contas no último trimestre de 2018 e 2,2 bilhões no primeiro de 2019.

Fins políticos e eleitorais

As contas "não-autênticas" podem, por exemplo, abrigar campanhas de desinformação para fins de manipulação política, uma das questões que afetam essa rede social há mais de dois anos.

A manipulação da informação, com objetivo político, se tornou uma constante nas eleições, e com isso temos uma sensação de insegurança com o conteúdo divulgado. Explica o presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, Roberto Monteiro Pinho. Para o dirigente, todos correm risco de ter uma informação ’falsa’, ou ‘alterada’, e com isso, “se divulgar para os grupos de WhatsApp por exemplo, se torna uma desinformação, e isso não deveria ocorrer,  já que não se alinha ao propósito da comunicação séria e comprometida com a verdade”.

Remover os "conteúdos nocivos", "impedir interferências nas eleições, garantir as ferramentas adequadas para a confidencialidade", entre outros assuntos, são "para mim as questões mais importantes atualmente e não acho que (...) desmembrar a empresa irá resolvê-las", disse o criador do Facebook em uma teleconferência sobre o assunto.

"Nós existimos em um ambiente muito competitivo e muito dinâmico, onde há constantemente (novos) serviços", disse Zuckerberg, que novamente rejeitou qualquer acusação de monopólio.

Eleições nos EUA
 
Vários candidatos democratas à eleição presidencial dos Estados Unidos de 2020, como Elizabeth Warren e Bernie Sanders, pediram recentemente o desmembramento do Facebook e de outros gigantes tecnológicos, que eles consideram poderosos demais ou monopolistas.

Em resposta a isso, Mark Zuckerberg insistiu na importância do orçamento dedicado ao controle de conteúdo no Facebook.

"Podemos fazer coisas que as outras (empresas) não podem fazer", acrescentou, deixando entender que o desmembramento do Facebook impediria, precisamente, combater esses problemas.

Em meados de maio, sua número 2 Sheryl Sandberg havia citado outro risco: enfraquecer o Facebook poderia beneficiar grupos chineses.

Zuckerberg também reiterou sua defesa de uma regulamentação da internet. "Eu não acho que as empresas tenham que tomar todas as decisões sobre o que pode ser visto ou não na internet".

Sua companhia tenta neutralizar o forte aumento de tentativas de criar contas automáticas para fins mal-intencionados, embora calcule que aproximadamente 5% de suas contas ativas ainda sejam "falsas", ou seja, não representam uma pessoa ou organização real.

ANIBRPress

segunda-feira, 29 de abril de 2019

VIOLÊNCIA: AMEAÇA À SEGURANÇA DO JORNALISTA E MÍDIA, ASSOMBRA A ATIVIDADE NO BRASIL


O Brasil ocupa o 102º lugar, classificado como o “mais inseguro do que nunca”. O relatório é da organização Repórteres Sem Fronteiras e destaca: ataques físicos contra repórteres em manifestações de rua, assassinatos, impunidade generalizada e ameaças à confidencialidade de fontes. A liberdade de imprensa aponta que apenas 17 nações, entre 180 examinadas, em que a garantia ao exercício da profissão é plena, ou quase. “Um número bem abaixo do razoável, o que acende o sinal vermelho”, comenta o presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa - ANI, jornalista Roberto Monteiro Pinho.

As agressões verbais e ameaças a jornalistas na França, por exemplo, chegaram ao seu ápice na polarizada campanha eleitoral de 2017, e a levaram ao 33º lugar no índice.

Coletes amarelos

Em países quando líderes populistas e autoritários chegaram ao governo ou ampliaram sua margem de poder, como Áustria, Itália, Hungria, Polônia, Filipinas e Turquia, as coisas vêm se agravando muito e rapidamente. Neste momento, o coletivo “coletes amarelos”, são brutalmente agredidos nas ruas da França.

Para o vice-presidente da ANI e presidente da Comissão de Enfrentamento a violência contra Jornalistas e Repórteres – CEV/RJ-ANI, Wanderley Rebelo Filho é uma grave ameaça a liberdade de expressão e dos direitos humanos. “Não é possível conviver sob coação da autoridade e ainda omissão quando se trata de apurar a responsabilidade dos ataques a jornalistas”, concluiu.

China lidera a censura da atividade

A China está se especializando em exportar tecnologia de vigilância para controlar atividades de cidadãos que se opõem ao governo e principalmente jornalistas. Tal expertise chinesa já está sendo usada por Tailândia, Vietnã, Sri Lanka, Irã, Zâmbia, Zimbábue. Os Estados Unidos, que caíram dois pontos na tabela (estão agora em 45° lugar), são um caso à parte, porque até 2016, apesar de seus próprios problemas com a liberdade de expressão nunca terem sido pequenos, seu governo costumava denunciar situações mais graves no mundo.

Brasil quase no topo da violência mundial

O Brasil tem o nono maior índice de homicídios do mundo. Dados são de 2017 e publicado pela OMS (Organização Mundial da Saúde), revelam ainda que as taxas brasileiras são cinco vezes a média mundial de homicídios. A informação faz parte do relatório anual da OMS sobre as estatísticas da saúde global, publicado às vésperas do início da Assembleia Mundial da Saúde em 2018.

A liderança é de Honduras, com 55,5 homicídios a cada 100 mil pessoas. Com a crise econômica e política, a violência também explodiu na Venezuela. Hoje, o país aparece em segundo lugar, com 49,2 homicídios para cada cem mil venezuelanos. A classificação ainda traz El Salvador (46 para cada cem mil), Colômbia (42), Trinidad e Tobago (41), Jamaica (39,1). Lesoto (35) e África do Sul (33,1).

Número de homicídios

No mundo, a média da taxa é de 6,4 homicídios para cada 100 mil pessoas, um quinto dos números brasileiros. Na África, a média é de 10 mortes a cada 100 mil, contra apenas 3,3 na Europa. O continente mais afetado pela violência é a América, com 17,9. Para o ano de 2016, a OMS estima que 477 mil homicídios foram cometidos no mundo. 80% das vítimas foram homens. Apenas nas Américas, o total chegou a 156 mil mortes. Entre 2012 e 2016, as guerras geraram a morte de 2,5 pessoas por cada cem mil habitantes no mundo. A taxa é duas vezes superior ao que se registrou no mundo entre 2007 e 2011.



ANIBRPress

quarta-feira, 17 de abril de 2019

CENSURA CRUEL A UM ÓRGÃO DE IMPRENSA, REMETE O PAÍS DE VOLTA A DITADURA COM O STF NO TOPO DOS ACONTECIMENTOS


cafenobule.com

“O mal que se faz a um, se faz a todos” – Roberto Monteiro Pinho – Presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI

A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de determinar à revista Crusoé a retirada do ar, da reportagem sob o titulo “O amigo do amigo de meu pai”. O ato autoritário e violador do preceito Constitucional sobre a Liberdade de Imprensa, do ministro se estendeu ao site O Antagonista.

Os fatos

A reportagem trata de um suposto codinome dado ao presidente do STF, Dias Toffoli, na lista do “departamento de propinas” da Odebrecht. Segundo a Crusoé, o ministro seria o “amigo do amigo do meu pai”.

O codinome “Amigo do meu pai” já tinha sido revelado anteriormente pela Lava Jato e seria o ex-presidente da República Lula da Silva (PT), atualmente preso em Curitiba, condenado pela Lava Jato pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. “Meu pai” identificaria Emílio Odebrecht, pai de Marcelo.
Nos termos da decisão do ministro Moraes, a Polícia Federal vai intimar os responsáveis pela publicação da reportagem “para que prestem depoimentos no prazo de 72 horas”, informou o site O Antagonista, de quem a revista é parceira.
Para o presidente da ANI, “atos de censura, jamais poderia existir no Estado Democrático e de Direito. Se no entendimento do ministro autor da medida que feriu o preceito constitucional da Liberdade de Expressão, existem meios legais, que ele conhece a fundo, que poderiam ser acionados, menos a arbitraria medida extrema, ao se valer do cargo, para determinar uma ‘ação policial’ e ameaçadora, que revela o ranço do autoritarismo que têm o repúdio de nos jornalistas e da própria sociedade”
“Nenhum veiculo de imprensa televisiva, radiofônico, impresso, eletrônico, jornalista ou repórter deve ser intimidade ao se deparar com medidas de violência, censura e constrição, quando no exercício da profissão”. No entendimento do criminalista, colunista e escritor Wanderley Rebello Filho, vice-presidente da ANI – “ao tentar calar a imprensa, o ministro autor da medida feriu frontalmente a Liberdade de Expressão” – concluiu.
NOTA OFICIAL DA ANI
A Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI e a sua Comissão de Enfrentamento da Violência contra Repórteres e Jornalistas – CEVRJ, protestam contra a decisão do ministro Alexandre de Moraes, Supremo Tribunal Federal (STF), de proibir a divulgação da reportagem sob o título “O amigo do amigo do meu pai” na revista Crusoé e no site O Antagonista.
A decisão fere preceito da Carta Cidadã, tipifica como censura, sendo do próprio STF o papel de guardião da cidadania e da liberdade de expressão, cabendo a ele defende-los.
Ficam aqui nossos mais veementes protestos, lembrando que a legislação brasileira, permite a qualquer cidadão, quando ferido na sua moral e assim se julgar atingido pela imprensa, buscar na “Lei do Direito de Resposta”, sendo esse o remédio legal.
O artigo 12 da Lei de Imprensa enfatiza a obrigação de reparar, imposta á aqueles que, através dos meios de comunicação, causam danos de qualquer natureza a outrem:

Art. 12. Aqueles que, através dos meios de informação e 
divulgação, praticarem abusos no exercício da liberdade de
manifestação do pensamento e informação ficarão sujeitos ás penas desta Lei e responderão pelos prejuízos que causarem.

Ao CENSURAR, a mais alta Corte da Nação, na qual é o ministro autor do ato, que se MANIFESTE a exemplo nos episódios em que demonstrou guardião da LIBERDADE.

Rio de Janeiro, 15 de Abril de 2019
 ASSOCIAÇÃO NACIONAL E INTERNACIONAL DE IMPRENSA – ANI
COMISSÃO DE ENFRENTAMENTO A VIOLÊNCIA CONTRA REPÓRTERES, JORNALISTAS E AFINS – CEVRJ
ANIBRpress

sexta-feira, 15 de março de 2019

NOTA DE REPÚDIO EM DESAGRAVO




A ANI – Associação Nacional e Internacional de Imprensa, vem manifestar profundo repúdio e o presente DESAGRAVO em face das "jornalistas" (sic) Berenice Seara e Aline Macedo do jornal EXTRA, as quais, na edição de 12 do corrente, temerariamente e desnecessariamente, denegriram a imagem do profissional e Advogado Criminalista, e Presidente da Comissão de Direitos Humanos da ANI, Luiz Carlos Cavalcanti Azenha, tecendo comentários OFENSIVOS por ter ele assumido a defesa de um dos acusados de envolvimento no assassinato da Vereadora Marielle Franco.
                                                  
Além de denegrirem a imagem, as "periodistas " ironizaram o referido Advogado, mostrando que fazem da profissão um veículo para fofocas e maldades, sem qualquer compromisso com o respeito à dignidade da pessoa humana.

Destarte uma das principais virtudes que se espera de homens públicos e formadores de opinião é o equilíbrio. É a capacidade de, mesmo num momento de debate e ideias opostas, saber se portar com a dignidade e capacidade de interagir num ambiente democrático e de liberdade.
Estando assim o advogado DESAGRAVADO, protestamos por todos os meios da licitude do exercício profissional do atacado.

Lamentamos muito que "periodistas" (sic) assim continuem em atividade propagando notas que fogem do contexto do jornalismo sério propugnado pelos mais notados e defensores da liberdade de imprensa, que expurga da atividade a pratica de conteúdo deleituoso!

Assim escudado na Lei em vigor:

O artigo 12 da Lei de Imprensa enfatiza a obrigação de reparar, imposta á aqueles que, através dos meios de comunicação, causam danos de qualquer natureza a outrem:

Art. 12. Aqueles que, através dos meios de informação e 
divulgação, praticarem abusos no exercício da liberdade de
 manifestação do pensamento e informação ficarão sujeitos ás 
penas desta Lei e responderão pelos prejuízos que causarem.

Para seus efeitos.

Rio de Janeiro, 12 de março de 2019

ROBERTO MONTEIRO
PRESIDENTE ANI

WANDERLEY REBELLO FILHO
VICE-PRESIDENTE DA ANI E PRESIDENTE DA COMISSÃO DE ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA REPÓRTERES E JORNALISTAS E AFINS

domingo, 17 de fevereiro de 2019

III MOSTRA - ANI VAI REUNIR 150 OBRAS INÉDITAS SOBRE DIREITOS HUMANOS







ATENÇÃO: FOTÓGRAFOS PROFISSIONAIS E AMADORES

Participem da III MOSTRA – ANI DE FOTOGRAFIAS SOBRE DIREITOS HUMANOS, a realizar-se entre os dias 05 de abril e 10 de maio do ano em curso. As exposições serão instaladas em locais de movimentação na cidade do Rio de Janeiro, tendo como tema “A Defesa dos Direitos Humanos”.

Serão apresentadas 150 obras (P/B) alusivas ao tema de autoria de fotógrafos profissionais e amadores especialmente convidados.

Aproveito para reiterar o compromisso da ANI com os elevados valores DEMOCRÁTICOS E DA LIVRE EXPRESSÃO a fim de assegurar que o tema da referida Mostra reflita os interesses da comunicação e da sociedade na garantia da cidadania.

No sentido de engrandecer ainda mais este projeto, solicito os seus bons préstimos enviando sugestões de assuntos, a serem discutidos no âmbito da Comissão Organizadora, constituída.

FOTÓGRAFOS PROFISSIONAIS E AMADORES PODEM PARTICIPAR.

 CONTATO PELO E-MAIL: anicomunicação@gmail.com

 
(PRAZO DE INSCRIÇÃO ATÉ: 22.03.19)

Contando com sua prestimosa colaboração,

PARTICIPEM!

Atenciosamente,
 
Roberto Monteiro Pinho
 
Presidente

sábado, 26 de janeiro de 2019

NOTA OFICIAL DA ANI SOBRE O TRÁGICO ACIDENTE DA BARRAGEM DE BRUMADINHO- MG


Neste momento de angústia e apreensão, lamentando a tragédia ocorrida com o rompimento da barragem de rejeitos de mineração em Brumadinho-MG. Fato este que se repete. quando outro acidente da barragem de Mariana, emudeceu o país. Estamos prestando antes que tudo a total solidariedade às vítimas, e pede de forma veemente a apuração dos fatos.

A NOTA:

“A Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI entidade representativa do jornalismo nacional e internacional presta solidariedade às vitimas da tragédia ocorrida em mais uma barragem do Estado de Minas Gerais e convoca jornalistas, repórteres e mídias sociais para prestar assistência à comunidade, acompanhar a apuração dos fatos e fiscalizar continente todas as medidas de segurança adotadas.

O meio ambiente e a mineração, por ser atividade essencial para a economia brasileira, exige o máximo de rigor com e responsabilidade na aplicação das normas do Direito Ambiental visando a prevenção de incidentes dessa natureza e assim atuar de forma responsável contra os efeitos negativos da exploração mineral.

Diante dos fatos, é URGENTE o estreitamento e RIGOR da fiscalização permanente do funcionamento das usinas existentes no país.



ROBERTO MONTEIRO PINHO - presidente da ANI