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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

 

Nota oficial

CARNAVAL 2026: SAMBA ENREDO DA ACADEMICOS DE NITERÓI

(cf. art. 36, caput, da Lei 9.504/1997, com a redação dada pela Lei 13.165/2015).

A Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, e sua Comissão de Direitos Humanos - CDH-ANIvem a público manifestar profunda preocupação à segurança e lisura das eleições de 2026, expressando sua indignação no quantum, a participação da Escola Acadêmicos de Samba de Niterói, com o tema Samba Enredo, no grupo de domingo (15), no Sambódromo (Rio de Janeiro), ao nosso entender, se configurando flagrante violação da Lei Eleitoral em curso.

A atuação jurisdicional no período pré-eleitoral deve observar, o princípio da proporcionalidade, evitando medidas que, sob o pretexto de tutela da igualdade de oportunidades, imponham restrições excessivas às liberdades políticas fundamentais. No caso em tela, juristas consultados pelo editor, avaliam a hipótese, "se for considerado abuso do poder político, ou abuso do poder econômico, a sançãé é a cassação".

Apos o ocorrido, a discussão sobre a propaganda eleitoral antecipada ganhou fronteiras nos meios políticos, nas redes sociais e na sociedade brasileira. O caso em tela, ocorreu exposição típica de campanha, e com o agravante de ofensa a religiosidade, ato discricionario de intolerância,  maciçamente protestado e repudiado pela comunidade evangélica.

O FATO

A saber a propaganda eleitoral somente é permitida a partir de 16 de agosto do ano da eleição (cf. art. 36, caput, da Lei 9.504/1997, com a redação dada pela Lei 13.165/2015).

O desfile da Acadêmicos de Niterói, trouxe para a avenida um samba-enredo em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), narrando a história do petista desde a infância em Pernambuco até a vitória em 2022. Na avenida, na passagem e comemoraçoes da escola, foram registradas a presença de autoridadees do governpo federal e da primeira dama Janja.

O enredo por si, chegou ao extremo de uma campanha eleitoral explicita, no conjunto das informações e avançou limite da tolerância, vez que fez alusão ao seu adversário, ex-presidente Jair Bolsonaro, expondo fatos da campanha eleitoral, e seu mandato presidencial.

RAZÕES

A ANI no seu preâmbulo Estatutário, vem atuando em prol do direito e da sua matiz do arcabouço legal, sob seus aspectos diversos. Neste sentido, em outras oportunidades, temos em nossos registros, a as demandas da participação em casos emblemáticos, oportunidade em que atuamos no jurisdicionado, na qualidade de Amicus Curiae.

A ANI considera inaceitáveis a transgressão das leis, o abuso de poder, liberdade no exercício profissional e político. A insegurança, inquietação, que ora assistimos. Entendemos que essa importante atividade carnavalesca venha se configurar violada, escamoteada, permitindo ameaça, e se torne palco de ataques e desrespeitos a cidadania.

Diante do exposto, solicitamos das MD autoridades do jurisdicionado eleitoral, os mais ágeis e cabíveis meios, para uma vez, diligente e ao que se configurou pratica lesiva, punir no âmbito do preceito eleitoral (Lei13.165/2015), da Carta Magna no seu Artigo 5°, aplicando ao fato em tela, a sanção. O fato foi mais alem eis que causou incomodo para outras agremiações participantes, e assim ferindo preceitos de elevado teor cidadã.

Comissão de Direitos Humanos - CDH-ANI

Rio de Janeiro, 17 de Janeiro de 2026

Roberto Monteiro Pinho

Presidente

 

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

 

 

Em nome da equipe Editorial, dirigentes e associados da ASSOCIAÇÃO NACIONAL E INTERNACIONAL DE IMPRENSA - ANI, e das revistas: ANIBRPres e STANDERNEWS, desejamos aos associados, amigos e familiares, um FELIZ NATAL ANO NOVOrepleto de Saúde, Paz e Conquistas.

Nessa renovada jornada, reafirmamos nosso compromisso, de continuar lutando pelos ideais de LIBERDADE, DEMOCRACIA, LIVRE ARBÍTRIO, a AMPLA DEFESA,

Ser diligente e intransigente, na proteção do Direito Inalienável, da Pessoa e das Instituições alinhadas com o múnus social e a CIDADANIA.

Com o compromisso, uníssono de continuar, representar e defender a sociedade brasileira, desejamos,

FELIZ ANO NOVO!

Associação Nacional e Internacional de Imprensa - ANI

Roberto Monteiro Pinho

Presidente

CONTATO: anicomunicacao@gmail.com

#anibrpres@gmail.com

#@TVCONEXÃONEWS

#REVISTA STANDERNEWS

#REVISTAANIBRPress


quinta-feira, 20 de novembro de 2025

 

CONVITE

 

Ilustríssimos Convidados (as):

A Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, e suas Comissões nos termos do seu EE, convidam para sua CONFRATERNIZAÇÃO - 2025.

Data: 02 de dezembro de 2025 (terça-feira).

Horário: 18:00 horas.

Local:  Avenida Atlântica, 2.316 - Copacabana - Rio de Janeiro/ RJ.

Restaurante MONDEGO

CONFIRMAR PRESENÇA: anibrpress@gmail.com

Pauta: 

1.    Posse da Diretoria Executiva;

2.  Apresentação e desempenho do programa TVCONEXÃONEWS

3. Relatório dos eventos: RIO+AGRO e COP30

4. Posse dos Titulares de Comissões

5. Criação da Comissão Especial de Artes e Cultura

Personalidades: Homenagens (ANI e Fatos & Eventos).

 

Rio de Janeiro, 18 de novembro de 2025

 

Cordialmente,

Roberto Monteiro Pinho

Presidente

 

ASSOCIAÇÃO NACIONAL E INTERNACIONAL DE IMPRENSA-ANI

WWW.ANIBRASIL.ORG.BR

ANICOMUNICACAO@GMAIL.COM

/// ANIBRPRESS

55 (21) 9.8442-8890

sábado, 11 de outubro de 2025

 12 DE OUTUBRO:

Saudando as crianças, presente e futuro da Nação!

                                                                                                             ROBERTO MONTEIRO PINHO

O Dia das Crianças no Brasil foi estabelecida em 1924, por meio de um decreto do presidente Artur Bernardes. A partir de 1950 a data se popularizou e contou com o apoio de vários segmentos da sociedade brasileira. Convém lembrar com tristeza que em Moçambique, o “Dia das Crianças” é celebrado em 1º de junho em homenagem a crianças que foram executadas pelos nazistas.

No Brasil o Dia das Crianças é celebrado em 12 de outubro, no exterior a celebração ocorre em dias distintos. De forma geral não existe uma data fixa para celebrar as crianças. Cada país tem o seu critério, embora existam datas consideradas universais por algumas entidades.

Nos Estados Unidos, o Dia das Crianças (é conhecido como Children’s Day) e celebrado no segundo domingo de junho. A data é uma homenagem a inciativa de um pastor chamado Charles Leonard quando estabeleceu essa comemoração depois de ter realizado uma pregação dedicada exclusivamente às crianças. Hoje muitos países até mesmo comunistas, a data comemorativa é celebrada em 1º de junho por conta do Dia Internacional de Proteção das Crianças que foi estabelecido em 1949.

Mais de 150 milhões de crianças estão abandonadas nas ruas

De acordo com dados de um levantamento da ONU, no mundo, mais de 150 milhões de crianças estão em situação de abandono nas ruas, sofrendo grandes privações e violações de direitos, tratadas com total descaso, desamor e maldade pelas famílias e pelo poder público. Vivem na extrema pobreza, com a falta de moradias adequadas, provindas, muitas vezes de famílias desestruturadas ou foram vítimas de violência doméstica e/ou sexual, ou ainda reféns dos desastres naturais, dos conflitos armados, das guerras e da fome. Elas tomam as ruas porque não há outro lugar.

O aumento dos casos de agressões e mortes contra crianças de 0 a 4 anos acende um sinal de alerta e revela um cenário alarmante da violência na primeira infância no Brasil. O número de homicídios de bebês e crianças nessa faixa etária cresceu 15,6% em 2023, segundo o Atlas da Violência 2025, divulgado em maio pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). A taxa de homicídios alcançou 1,2 casos por 100 mil habitantes, o maior índice desde 2020.

Apesar do aumento, os dados indicam uma redução de quase 30% em relação ao início da série histórica, em 2013. Ao todo, de 2013 a 2023, 2.124 crianças de 0 a 4 anos foram assassinadas no Brasil.

Entre crianças de 0 a 4 anos, os casos de violência física registraram um aumento alarmante de 52,2% entre 2022 e 2023, segundo dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), ferramenta do Ministério da Saúde usada pelo Atlas para monitorar ocorrências em todo o país. O crescimento faz parte de um cenário mais amplo de agravamento da violência contra crianças e adolescentes. Em 2023, foram registrados 115.384 atendimentos relacionados a diferentes formas de violência – um aumento de 36,2% em comparação ao ano anterior.

A proteção à criança e a família/Conquistas/A Carta Magna

Os 5 direitos fundamentais da criança, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), são: vida e saúde, liberdade, respeito e dignidade, convivência familiar e comunitária, educação, cultura, esporte e lazer, e profissionalização e proteção no trabalho. Esses direitos visam garantir o desenvolvimento integral e a proteção da criança em todas as esferas de sua vida. 

O dia 12 de outubro é antes de tudo uma alerta dado a importância do cuidado que as crianças devem receber, através de suas famílias, a própria criança e também do Estado. Ao celebrarmos nesta data especial, a alegria das crianças, mas também para lembrarmos que elas possuem direito à educação, amor, diversão, enfim especial atenção, eis que são gerações que se afloram e estarão no futuro delineando os passos da Nação.

Em abril de 1987, Ulysses Guimarães convidou a população a participar da Assembleia Constituinte e sugerir emendas populares. Temos, então, o início de um dos capítulos mais bonitos da história do Brasil: grupos começam a se articular e pensar no que gostariam que estivesse contemplado na Constituição. Há um clima novo de democracia no ar e as pessoas se apropriam da inigualável sensação de liberdade, participação e poder popular.



O ECA – art. 277

 

O fato é que até então, a legislação brasileira, em geral, se concentrava apenas em crianças e adolescentes no âmbito de vulnerabilidades sociais, com forte viés punitivista. Aproveitando o momento, organizações aguerridas, voltadas à infância começaram um conclame de toda a sociedade em prol daEmenda da Criança, Prioridade Nacional‘. E, assim, crianças e adolescentes tomaram conta do Congresso Nacional para entregar mais de um milhão de assinaturas coletadas. Os legisladores constituintes, demandados, aprovaram, por unanimidade, o artigo 227 Destaco, uma vitória que chancelo como de total mobilização da sociedade civil.

 

A doutrina da proteção integral assegura não só os direitos fundamentais conferidos a todas as pessoas, mas também aqueles que atentam às especificidades da infância e da adolescência. A norma constitucional da prioridade absoluta dos direitos e melhor interesse assegura que, em qualquer situação, encontre-se a alternativa que garanta que os interesses da criança e do adolescente estejam sempre em primeiro lugar.

 

O artigo 227 estabeleceu, também, que a responsabilidade de garantir os direitos de crianças e adolescentes é compartilhada entre Estado, famílias e sociedade. Isso significa dizer que todos somos responsáveis por todas as crianças e adolescentes.

 

No dia 20 de novembro, é celebrado o Dia Mundial dos Direitos das Crianças, uma data de extrema importância que nos lembra dos direitos fundamentais que todas as crianças devem ter para crescerem saudáveis, felizes e protegidas. Uma data universal que se traduz proveitosa e uma oportunidade de refletir sobre os avanços alcançados e os desafios persistentes que ainda precisam ser superados.

Números preocupantes/

De acordo com o Observatório da Criança e do Adolescente da Fundação Abring, uma organização dedicada à defesa dos direitos das crianças, os números relacionados à infância e adolescência no Brasil são preocupantes:

- Somente 53% das crianças até 02 anos acompanhadas, tiveram aleitamento materno exclusivos;

- 70% das crianças acompanhadas, com até 01 ano de idade, receberam a 1ª dose da vacina contra a poliomelite. Índice que já conquistou a marca de 100% em 2007;

- 9.441.017 Crianças, sendo um total de 46,30% das crianças acompanhadas, menores de 06 anos de idade, foram identificadas com uma renda per capita familiar de R$ 303,00 em 2022. Esse valor é o rendimento da família dividido para o número de moradores;

- Em 2022 foram notificadas formalmente 14.637 denúncias de assédio sexual contra menores de 19 anos no Brasil, dado que assusta ainda mais por sabermos da triste realidade em que muitas denúncias não foram feitas formalmente;

- 1.183.423 Crianças de até 05 anos, vivem em moradias que comprometem mais de 30% da renda familiar,

- Em 2022, 2.787 crianças entre 05 e 17 anos, sofreram acidentes de trabalho.

Esses números destacam a necessidade de um compromisso contínuo da sociedade e do poder público para garantir que os direitos das crianças sejam protegidos e respeitados.

O Atlas da Violência 2025, divulgado recentemente pelo Ipea e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostra uma intensificação da violência contra crianças na chamada primeira infância. Os revelam um aumento de 383,4% nos episódios de violência sexual, 338,8% nos casos de negligência e de 195,7% nos casos de violência física

Quase 400 milhões de crianças menores de cinco anos - ou seis em cada dez crianças nessa faixa etária em todo o mundo - sofrem regularmente agressão psicológica ou castigo físico em casa, de acordo com novas estimativas do UNICEF. Dessas, cerca de 330 milhões são punidas por meios físicos.

Globalmente, 1 em cada 2 crianças de 2 a 17 anos sofre algum tipo de violência a cada ano. De acordo com uma análise global, estima-se que 58% das crianças na América Latina e 61% na América do Norte sofreram abuso físico, sexual e/ou emocional no último ano.  

De acordo com uma análise da UNESCO, 38% dos estudantes no Caribe e 26% dos estudantes na América Central relataram envolvimento em brigas físicas. A mesma análise afirma que 32% dos estudantes na América do Norte e 30% dos estudantes na América do Sul relataram ter sofrido bullying.

ARQUIVO: "VEIGA, Edison. Por que o Dia das Crianças é comemorado em 12 de outubro no Brasil? Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-4578334"

JORNALISMO/Unesco/Fundação Abrinq/Fundação Maria CeciliaImagens: Internet.

 

 


quinta-feira, 3 de julho de 2025

 


IMPRENSA: A crise mundial das publicações físicas, a fuga para redes sociais e a ferramenta IA

                                                                                                                       ROBERTO MONTEIRO PINHO

O desenho da grande imprensa alimentada pelos jornalões é hoje um pálido quadro em pleno declínio da imprensa escrita que demonstra desaquecimento na venda em banca e por assinatura. No mundo, desde o início da crise do novo coronavírus, a cada cinco jornais diários, dois encerraram sua circulação, dos três restantes, a solução para manter a editora e suportar a pressão da perda de mercado, foi se jogar de corpo e alma na audiência digital dos jornais, medida que disparou em todo planeta.

Classificando os dez melhores jornais do mundo e os maiores jornais do mundo, além da perda do mercado publicitário, a erosão de capital dos grandes negócios do mercado editorial, é visível, que no horizonte na busca de uma possível retomada, porém, envolto em uma nebulosa, de oficial solução, eis que setor gráfico, mesmo que se volte para outros produtos de linha editorial.

No grupo dos melhores jornais, pode não ser uma unanimidade, mas é possível listar: The Guardian (Inglaterra); The New York Times (EUA); The Times of Índia (Índia); The Washington Post (EUA); The Wall Street Journal (EUA); Chicago Tribune (EUA); El País (Espanha); Financial Times (Inglaterra); The Times (Inglaterra); The Boston Globe (EUA). Destaca-se os EUA que comanda o grupo de leitores. 

No grupo dos melhores jornais, pode não ser uma unanimidade, mas é possível listar: The Guardian (Inglaterra); The New York Times (EUA); The Times of Índia (Índia); The Washington Post (EUA); The Wall Street Journal (EUA); Chicago Tribune (EUA); El País (Espanha); Financial Times (Inglaterra); The Times (Inglaterra); The Boston Globe (EUA). Destaca-se os EUA que comanda o grupo de leitores.

Em conclusão, as editorias podem variar um, dois ou até três títulos, mas há uma unanimidade quanto aos melhores, constituindo-se quase uma obrigação do cidadão bem informado ler ou ter um contato, pelo menos com um deles, diariamente. Informou o conceituado site: Comunicação & Crise.

A Inteligência Artificial (IA)

No universo econômico e produtivo na linha editorial, precisamos ter respostas simples dos problemas complexos que se avizinham velozmente, capitaneada pela espiral da avalanche de novas tecnologias. Neste sentido sublinhamos a Inteligência Artificial (IA). Todavia os jornalistas se adequam a nova tecnologia da informação e comunicação (TIC) tida como “solução para todos os seus problemas”, se deparam com a qualidade para elaboração de textos, ao mesmo tempo em que enfrentam um quadro fora, ou diante do real, que sempre inspirou a criatividade.

No jornalismo e nas editorias, as IA já são usadas, e com o avanço das IA Generativas (IAG) — subcampo da inteligência artificial com foco na criação de novos conteúdos, como texto, imagens, áudio e vídeo, a partir de dados existentes — a partir do final de 2022. Atentas as plataformas essas se adaptam para consolidar seu IAG no mercado, enquanto o contingente de jornalistas, apontam o quão é importante frisar que mantém agudo intelecto para não perder o sabor, e influente poder de persuasão midiática.

O toque humano garante que o jornalismo profissional manterá o compromisso do olhar humano sobre a notícia, seja para produção, edição ou fact-cheking . Assim na medida que veículos brasileiros, destarte, como Grupo Estado e Núcleo Jornalismo, reforça que seu uso de IA sempre será mediado por um humano.

O jornalismo brasileiro e as Plataformas

No Brasil, as IA já são usadas há alguns anos para automatização de tarefas e produção de notícias. Até 2022, as iniciativas com IA já eram mais de 45, e, em sua maioria, eram formuladas em uma espécie de comunidade colaborativa de inovação jornalística. Isso contribuiu, embora em marcha lenta, para uma alfabetização coletiva sobre a utilização de IA em inovações jornalísticas. Foi um momento de integração quase que “orgânico” das IA às redações brasileiras. 

As plataformas, as big techs , já estão no cotidiano do jornalismo, assim como a experiência digital majoritária de nossas vidas. ChatGPT (OpenAI / Microsoft), Gemini (Google) são os principais IA plataformizados que estão incorporados em iniciativas jornalísticas, tanto por sua interface ao usuário final em chat, quanto por meio de sua API, que possibilitam a criação de software baseado em sua tecnologia. No Brasil, bem como em outros países do Sul Global, que não são pátrias-mães de big techs, somos mais suscetíveis ao uso de IA plataformizadas devido ao seu custo relativamente baixo de 'aluguel' de API, em comparação ao desenvolvimento do zero ou mesmo de manutenção de uma IA própria, ou open source. 

Antes do IAG, porém, notamos que as plataformas já eram embarcadas em projetos nacionais de IA jornalística, principalmente, por meio do Google News Initiative, Microsoft Journalism Initiative e do Facebook News Project, que custeavam algumas iniciativas brasileiras. 

Mesmo diante das IA Generativas e de hiperpersonalização, as IA de automações ainda têm muito espaço para avançar no jornalismo brasileiro: compõem as buscas, pesquisas por histórias, coleta de fontes, entrevistas, copiloto da produção de textos, imagens e vídeos, checklist dos processos jornalísticos (pesquisa, diversidade de fontes, multimídia, checagem, correções, SEO, shareability , hiperlinks, por exemplo). Essas automatizações, em sua maioria, são de back-end (fundo), focadas no processo de produção da notícia — colaborando direta e unicamente com jornalistas humanos.

Outra tendência para o ano que vem é a ampliação de IA de front-end (frente), focadas na apresentação, acessibilidade, personalização, espalhamento e interação da notícia e veículos com sua audiência, que pode interagir com notícias por meio de chatbots generativos em portais ou em redes sociais, como o FátimaGPT, dos Aos Fatos, por exemplo. No entanto, não podemos fornecer uma previsão precisa sobre como a IA vai reagendar o fazer e a própria existência do jornalismo. Mas não podemos nos apegar, lá na frente, ao “não sei, só sei que foi assim”.

A verdade que o jornalismo profissional brasileiro, portador de recursos escassos, deveria adaptar suas demandas e necessidades (e também do público local — que conseguiu possuir algum conhecimento mínimo) para tentar contornar vieses e outras questões das IA plataformizadas, em um cenário em que é quase impossível escapar das mesmas.  A IA bem utilizada, com seriedade e absoluto respeito as regras editoriais, pode beneficiar, e assim humanizar o jornalismo.

Assistente de Conteúdo ANIBRPress/ Comunicação & Crise/ O Jornalismo no Brasil em 2025./Imagerns: InternetAssistente de Conteúdo ANIBRPress/Comunicação & Crise/O Jornalismo no Brasil em 2025./Imagens: Internet

ROBERTO MONTEIRO PINHO - Jornalista, escritor, CEO em Jornalismo Investigativo, Ambientalista, Presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, Associação Emancipacionista da Região da Barra da Tijuca – AEBAT e Clube dos Jornalistas do Brasil - CJB. Membro da ALB - Federação das Academias de Letras do Brasil, Técnico em Arbitragem. (Lei 9307/1996). Ex - Dirigente da Central Geral dos Trabalhadores – CGT, Observador para Assuntos sobre Liberdade de Imprensa no Parlamento Europeu e Direitos Humanos na ONU. Coordenador do Gabinete de Crise – ANI. Editor Executivo da Revista ANIBRPress.com, STANDERNews.com, Jornal TribunaToday.com. Titular de Portais, sites e Núcleo de Pesquisas ANIBRPress. Consultor Editorial. Titular de blog de notícias Nacionais e Internacionais, blog Análise & Política. Repórter Correspondente de Guerra. CEO em editoria de jornais, revistas e obras literárias. Autor da obra: Justiça Trabalhista do Brasil (Edit. Topbooks), e dos livros e-book: “Os inimigos do Poder”, ”Mr. Trump na visão de um jornalista brasileiro”, “Superação”, “Quando ouço uma Canção”, “O Sistema”, “Arbitragem - Ao alcance da Sociedade”, “Manual da Emancipação” e Programa CONEXAONEWS – 525 TV MAX HD-CLARO TV. Internet