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terça-feira, 6 de abril de 2021

ALERTA: Milhões de Internautas que acessaram as redes sociais estão com seus dados roubados

ANIBRPress

 

Brasil tem hoje dois dispositivos digitais por habitante, incluindo smartphones, computadores, notebooks e tablets. Este ano, o País terá 420 milhões de aparelhos digitais ativos. É o que revela a 30º Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP). O uso de smartphone se destaca: segundo o levantamento, há hoje 230 milhões de celulares ativos no País.

 

Já o número de computadores, notebooks e tablets em uso no Brasil é de 180 milhões. Houve um aumento de 10 milhões no número de smartphones ativos em relação a 2018. Desde o ano passado, o Brasil já tem mais de um smartphone por habitante. No caso de computadores, entretanto, há menos de um aparelho por habitante: são seis computadores para cada sete habitantes.

 

Privacidade ameaçada

Há pouco o Facebook foi notificado pelo Procon-SP devido ao vazamento de dados de usuários da rede social. O órgão de defesa dos consumidores quer que a rede social confirme se realmente houve um incidente de segurança. Entre os pedidos o Procon pede explicação sobre: Como o consentimento dos usuários foi obtido e informar sobre as medidas adotadas para o cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados, sobre a política de descarte de dados e de tempo de armazenamento.

Para o presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, jornalista Roberto Monteiro Pinho, existe um total desapego estatal aos usuários de internet. “Os órgãos de fiscalização estão fragilizados por absoluta falta de conhecimento num nível acima dos fraudadores, e ainda o descaso com o seu afazer público. Os criminosos atuam de forma mais eficiente, ‘é o problema subindo pelo elevador e o combate as fraudes indo pela escada’, e ainda temos a total omissão das plataformas que se escudam em leis dos países de origem, onde a nosso arcabouço legal não é eficaz e por isso inútil” – assinala.

Empresas se apoderam das informações e negociam o produto 

De acordo com o relatório da empresa especializada de segurança digital Axur, 12,48 milhões de credenciais foram exposta no quarto trimestre de 2020. Dentro desse número foram 1,09 milhão de credenciais de domínios corporativos, o que representa 8,79% do total. Em 2020, foram 397,42 milhões de credenciais expostas detectadas, sendo 31,74 milhões de credenciais de domínios corporativos (7,98% do total) e 15,43 milhões de credenciais.br.

Roubo da senha e cartão de crédito e aplicativo PIX

O alerta é com a escolha da segurança. A senha campeã em vazamentos continua sendo 123456, sequência numérica mais comum tanto no trimestre quanto no ano todo - e isso vale não apenas no Brasil, mas, no mundo inteiro. Diferentemente do trimestre anterior, as senhas mais vazadas voltaram a ser aquelas compostas somente por letras minúsculas, contabilizando 59,6% do total detectado. No terceiro trimestre, as senhas que continham caracteres especiais somaram 55,1% do total por conta de grandes vazamentos de origem única.

Em 2020, o levantamento da Axur apontou também que 2.842.779 cartões expostos foram detectados. Somente no quarto trimestre, a empresa identificou 325.250 cartões de crédito e débito com dados completos, expostos da web superficial à deep e dark web e distribuídos entre 17.902 BINs distintas.

O número de ataques virtuais com a solução do BC deve crescer ao longo de 2021. "Ao longo dos próximos meses, muitas pessoas ainda devem aderir ao Pix, bem como e-commerces e estabelecimentos físicos, utilizando-o como forma de pagamento. Logo, a tecnologia deve entrar na mira dos criminosos", prevê. 

"Já vemos algumas modalidades nesse sentido, como uso de QR Codes falsos e de golpes de engenharia social, que prometem estorno do valor em dobro, usando uma suposta chave incorreta, que se mostra verdadeira, mas com o valor indo para a conta do golpista. E isso é apenas o começo. Novas técnicas usando o Pix devem surgir e seus usuários devem ficar atentos.

Núcleo de conteúdo ANIBRPress

 

 

 

 

 

quinta-feira, 18 de março de 2021



MANIFESTAÇÃO PÚBLICA

 A Associação Nacional e Internacional de Imprensa - ANI, entidade que congrega jornalistas, repórteres, youtubers, mídias, e repórteres fotógrafos vêm a público manifestar seu posicionamento institucional em decorrência da constante negativa dos órgãos oficiais, em permitir ao acesso dos profissionais da comunicação aos números oficiais da pandemia e de prestar informações, na condição de agente público acerca de fatos veiculados e não veiculados, para que a sociedade conheça de fato o real quadro estatístico do surto do Covid, que assola o país.

No estado constitucional, a liberdade de imprensa e o acesso à informação (Lei Federal nº 12.527/2011), e sublinhado o que está previsto no art. 5º, XIV, da Constituição Federal, e consistem em garantia fundamental que merece a devida defesa das instituições democráticas, exigindo, dentre outros mecanismos de proteção, o respeito ao sigilo das fontes, não aceitando medida de cunho jurídico ou qualquer determinação para que tal prerrogativa profissional seja violada no exercício da profissão.

Nesse sentido a ANI comunica que permanecerá acompanhando as diligências determinadas, por intermédio e ação de titulares do seu “Plantão das Prerrogativas” órgão instituído com a finalidade mister.

A defesa das prerrogativas dos profissionais de imprensa se faz presente, frente a serie de denúncias da existência de um aparato público, com o fito de blindar números reais da doença, tudo conforme amplamente divulgado na imprensa e nas redes sociais. Tais fatos merecem apuração.

Queremos desde já assegurar que não mais se cometa qualquer ato que atente contra a garantia constitucional de liberdade de imprensa.

Rio de Janeiro, 18 de março de 2021.

ROBERTO MONTEIRO PINHO

Presidente

RALPH LICHOTE

Presidente da Comissão de Diretos Humanos

WANDERLEY REBELLO FILHO

Presidente da Comissão de Enfrentamento da Violência contra Repórteres, e Jornalistas

RICARDO BRAGA FRANÇA

Diretor Júrídico 


quarta-feira, 10 de março de 2021

 HELIO FERNANDES: 

A TRIBUNA DA IMPRENSA foi relançada em 09 de março de 2021.

O ícone do jornalismo permanece vivo na memória do povo brasileiro

1924 – 2021. Decano Hélio Fernandes

Nos últimos anos Hélio Fernandes se comunicou com seus seguidores através do blog: http://heliofernandesonline.blogspot.com editado pelo amigo jornalista Roberto Monteiro Pinho.

*Editoria ANIBRPress

(Um dia antes de seu falecimento (09/3), foi relançada a Tribuna da Imprensa no formato digital, um sonho que se realizou, com ele em vida).

O jornalista Hélio Fernandes nasceu no Rio de Janeiro, em 17 de outubro de 1924 e faleceu neste 10 de março de   2021. É filho de Francisco Fernandes e Maria Fernandes, e irmão de Millôr Fernandes, jornalista, escritor, humorista e teatrólogo. Concluiu o primário no Colégio Estadual Enes de Souza. Em 1936, ingressou no Colégio Pedro II para cursar o secundário. Abandonou os estudos em 1938.

Em 1938, Hélio Fernandes trabalhou como auxiliar de despachante por alguns meses. A experiência terminou quando ele foi preso, acusado de envolvimento no levante integralista ocorrido em maio daquele ano. Depois, conseguiu emprego em um navio cargueiro e viajou pelo mundo. 

Voltou ao Rio de Janeiro em 1942. Realizou pequenos trabalhos até ingressar no serviço militar obrigatório. Permaneceu no exército até 1945. Seu irmão, Millôr Fernandes, intermediou, ainda em 1945, o seu primeiro emprego na imprensa. Começou na revista O Cruzeiro, como encarregado do recolhimento dos artigos assinados.

Em 1946, Hélio Fernandes ascendeu ao cargo de assistente do diretor e, ao completar um ano de trabalho, tornou-se diretor de redação da revista. Dois anos depois, foi demitido por Assis Chateaubriand, proprietário de O Cruzeiro, ao contrariar suas diretrizes editoriais e publicar dois artigos defendendo a greve dos alunos da Escola Naval em reportagens publicadas com os títulos “A revolta dos Anjos” e “Anistia para os Aspirantes”. 

Após sua demissão, viajou para a Europa e regressou em 1950 ao Rio de Janeiro. Foi convidado por Pompeu de Souza para chefiar a seção de Esportes do Diário Carioca. Aceitou o cargo e procurou reformular o formato e o conteúdo da crônica esportiva do jornal com a contratação de Millôr Fernandes, Fernando Sabino e Paulo Mendes Campos. 

Em 1951, Hélio Fernandes se demitiu do Diário Carioca em função da forte crise financeira vivida pelo jornal. No ano seguinte, assumiu a direção da redação da revista Manchete, que passava por sérias dificuldades financeiras com tiragem reduzida a cerca de dois mil exemplares por edição. Hélio Fernandes permaneceu no cargo por 22 meses com carta branca para reformar a revista. Ele renovou o seu quadro de jornalistas contratando nomes como Paulo Mendes Campos, Hélio Pelegrino, Otto Lara Resende, Fernando Sabino e Carlinhos de Oliveira, este com dezessete anos. O principal cronista da revista era Rubem Braga, nome já consagrado no jornalismo e na crítica literária.

Sob a direção de Hélio Fernandes, a revista Manchete passou a utilizar com mais intensidade fotos de mulheres na capa para atrair o público. Em oito meses, a tiragem subiu para cerca de 150 mil exemplares, mas Hélio Fernandes saiu da revista por divergência com os proprietários.

De novembro de 1953 até abril de 1954, ele trabalhou na Tribuna da Imprensa, atendendo o convite de seu amigo Carlos Lacerda, mas saiu do jornal por não serem atendidas suas exigências salariais. De maio até outubro de 1954, sobreviveu fazendo reportagens para a revista A Semana, de Graciliano de Brito. 

Ainda em 1954, Hélio Fernandes recebeu o convite do presidente da República, João Café Filho, para dirigir a Rádio Mauá, emissora oficial vinculada ao Ministério do Trabalho. Lá, ele criou o programa Noticioso Mauá, que ia ao ar de hora em hora. Em 1955, deixou a rádio e se tornou assessor de imprensa da campanha eleitoral de Juscelino Kubitschek, então candidato à presidência pelo Partido Social Democrático (PSD) e apoiado pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).

Com Kubitschek empossado, Hélio Fernandes assumiu, em janeiro de 1956, a direção do vespertino A Noite, jornal que fazia parte das Empresas Incorporadas ao Patrimônio da União, com duas missões: salvar o diário da crise financeira e apoiar Juscelino para diluir os ataques de outros jornais ligados à União Democrática Nacional (UDN). Porém, em maio de 1956, Hélio Fernandes deixou A Noite e passou a compor com a oposição udenista, dirigindo fortes ataques ao presidente que ajudou eleger.

Entre junho de 1956 e maio de 1957, Hélio Fernandes assumiu a direção da Revista da Semana. Logo depois, foi para São Paulo para participar do lançamento de Casa e Jardim. Regressou ao Rio de Janeiro em 1958 e recebeu o convite de Joel Silveira para trabalhar na revista O Mundo Ilustrado, de João Dantas, da qual Mino Carta era colaborador. Na revista, criou e se tornou responsável por escrever a coluna Em Primeira Mãoque passou, pouco tempo depois, a ser publicada no Diário de Notícias também de propriedade de Dantas.

Hélio Fernandes apoiou a candidatura vitoriosa de Jânio Quadros da UDN à presidência da República, em 1961. Com a renúncia de Jânio, defendeu, através de sua coluna no Diário de Notícias, uma solução legal para a crise política e deu apoio à posse do vice-presidente João Goulart, do PTB.

No ano seguinte, comprou a Tribuna da Imprensa, periódico que tinha sido de Carlos Lacerda, mas que estavam naquele momento, sob a propriedade de Manuel Francisco Nascimento Brito, do Jornal do Brasil. À frente da Tribuna da Imprensa, Hélio Fernandes passou a combater o governo Goulart.

Apoiou à articulação de grupos políticos que redundaram no movimento militar de 31 de março de 1964, responsável pela subida do general Castelo Branco ao poder. Mas logo depois, utilizou a Tribuna da Imprensa para escrever artigos agressivos contra as medidas que visavam ampliar a entrada de capital estrangeiro no país e centralizar as ações políticas do governo, como o Ato Institucional nº 1. Através deste ato, o poder Executivo assumiu parte das prerrogativas constitucionais que lhe dava poder para perseguir e punir quem julgava ser adversário do regime. Hélio Fernandes passou a responder a 27 processos movidos pelo governo militar.

Em 1966, já no bipartidarismo imposto pelos militares, Hélio Fernandes teve a sua candidatura a deputado federal pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB) impugnada pelo Tribunal Regional Eleitoral. No dia 10 de novembro daquele ano, seus direitos políticos foram cassados por dez anos. Dois dias depois, foi preso quando saía de um debate na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. O jornalista também foi impedido de assinar seus artigos e passou utilizar o pseudônimo de João da Silva.

No ano seguinte, Hélio Fernandes foi preso por 30 dias na ilha de Fernando de Noronha e mais 30 na base aérea de Pirassununga, em São Paulo, por ofender através de um obituário escrito na Tribuna da Imprensa a memória de Castelo Branco, morto num acidente aéreo em 18 de agosto de 1967. O jornal sofreria um dura censura nos oito meses seguintes.

Com a vigência do Ato Institucional nº 5, Hélio Fernandes foi preso em 13 de dezembro de 1968 na redação da Tribuna da Imprensa e levado para um regimento da polícia militar do Exército, onde permaneceu por 30 dias na companhia de Oswaldo Peralva, Celso Nascimento Filho, Carlos Lacerda e Mário Lago. Na prisão, rompeu politicamente com Carlos Lacerda.

A ditadura militar fechou a Tribuna da Imprensa por três dias em setembro de 1969, em função de o seu colunista Oliveira Bastos escrever um artigo considerado ofensivo pelos militares à honra pessoal do ministro da Fazenda, Delfim Neto. No mês seguinte, Hélio Fernandes foi preso novamente e confinado por 15 dias em Campo Grande (MS) por publicar reportagens revelando a existência de divergências entre os militares para a escolha do novo presidente da República.

Com a abertura política, em 1974, os editoriais de Hélio Fernandes retomaram a agressividade do passado. Ele passou a denunciar a existência de corrupção em diversos escalões do governo e sofreu processo por ofensa ao presidente Ernesto Geisel, em outubro de 1978.

Em 1979, participou da campanha pela anistia ampla geral e irrestrita e pela convocação de uma Assembléia Nacional Constituinte. Com a volta do pluripartidarismo, se filiou ao Partido Popular, organizado no Rio de Janeiro pelo então governador Chagas Freitas, dono do jornal O Dia.

Em 1981, a Tribuna da Imprensa foi vítima de um atentado à bomba que destruiu suas instalações e máquinas rotativas. Os militares acusaram Hélio Fernandes de forjar o ato para impedir que os equipamentos do jornal fossem confiscados em função dos débitos da Tribuna com a Previdência Social. O jornalista, por sua vez, acusou grupos paramilitares ligados ao Exército de comandarem a ação.

O jornalista participou ativamente da campanha da Aliança Democrática, coalizão formada pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro e por políticos governistas que viriam a formar o Partido da Frente Liberal. O objetivo era garantir a eleição indireta de Tancredo Neves no Colégio Eleitoral.

No final de 1984, Hélio Fernandes ganhou na Justiça uma ação de indenização movida contra a União, pelos danos financeiros que a censura e a perseguição política promovida pelos governos militares causaram à Tribuna da Imprensa.

Nos anos 1990, o jornalista continuou mantendo o tom polêmico de seus editoriais e artigos na Tribuna da Imprensa. De um lado, estes escritos ganharam teor nacionalista permitindo Hélio Fernandes se aproximar de antigos desafetos como o governador Leonel Brizola. De outro, o teor acusatório e a agressividade de suas denúncias acabaram levando o jornalista a ser processado diversas vezes na Justiça por calúnia e injúria.

Com a violenta censura à imprensa imposta principalmente com o  AI-5 em 1968, foi preso várias vezes, inclusive no DOI-CODI, foi afastado compulsoriamente do  Rio de Janeiro e obrigado a passar períodos de exílio interno em Fernando de Noronha e em Pirassununga (SP). Ao contrario de outros donos de jornal, nunca aceitou a censura e nunca deixou de tentar publicar as notícias do período. Seu jornal foi o que mais sofreu intervenção durante o Regime Militar: teve mais de vinte apreensões e censores instalados dentro de seu prédio por dez anos e dois dias. Em 1973 foi preso por seis dias no quartel da  Polícia do Exercito na rua Barão de Mesquita

 


segunda-feira, 1 de março de 2021

 ALERTA COVID-19 - DIREITO A VACINA

        

Plantão das Prerrogativas


ASSOCIAÇÃO NACIONAL, INTERNACIONAL DE IMPRENSA – ANI

A sociedade brasileira pode contar com o apoio do nosso quadro composto de jornalistas, advogados e juristas abaixo relacionados no caso de necessidade durante o período em que permanecer a epidemia do NOVO COVID-19.

ATENÇÃO: A ANI ESTÁ 24 HORAS DE PLANTÃO PARA DEFENDÊ-LO QUANDO VIOLADOS SEUS DIREITOS CIVIS, AS PRERROGATIVAS E A LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

 

1.      A Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa, de Expressão e Direitos Humanos, atua em conjunto com nosso jurídico.

2.      Durante os eventos e questões urgentes mantemos o “Plantão Permanente” com pleno atendimento em Defesa das Prerrogativas dos Jornalistas, Mídias, Comunicadores e da sociedade brasileira:

Dr. Ralph Lichote – Presidente da Comissão da Liberdade de Imprensa, Expressão e Direitos Humanos.

Dr. Ricardo Braga França – Diretor Jurídico.

Dr. Wanderley Rebello Filho - Presidente da Comissão de Enfrentamentos da Violência contra Jornalistas e Repórteres

55 + 21 99986-2931

55 + 21 98894-2544

55 + 21 98100-0094

55 + 21 99844-2890

55 + 21 99969-7044

55 + 21 99971-9560

55 + 21 99592-2990

55 + 21 99966-6968

55 + 21 99857-0583

55 + 21 99887-6062

ASSOCIAÇÃO NACIONAL E INTERNACIONAL DE IMPRENSA – ANI

Roberto Monteiro Pinho

Presidente

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terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

 PANDEMIA:


CARTA A SOCIEDADE BRASILEIRA


NOTA DE REPÚDIO DA ANI COM PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS CONTRA PRÁTICAS CRIMINOSAS DURANTE A CAMPANHA DE VACINAÇÃO NO COMBATE A PANDEMIA DO COVID

A Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI entidade representativa que defende repórteres, jornalistas, foto jornalistas, titulares de sites, blogues, redes sociais e afins, no que concerne seu Estatuto a sociedade num todo vem manifestar INDIGNAÇÃO E REPÚDIO CONTRA PRÁTICAS CRIMINOSAS DURANTE A CAMPANHA DE VACINAÇÃO NO COMBATE A PANDEMIA DO COVID

É inadmissível qualquer prática que viole a segurança do cidadão, durante a campanha de vacinação no combate a Covid, a exemplo dos flagrantes episódios criminosos de enfermeiras (o) no procedimento da aplicação das doses, e furando fila, todas amplamente veiculadas nas mídias e grande imprensa.

Essa prática EXERCIDA POR AGENTES DA SAÚDE colide frontalmente com a LIBERDADE DE EXPRESSÃO, DIREITOS HUMANOS E O DIREITO À VIDA.

 “A responsabilidade de todos é o único caminho para a sobrevivência humana”. Dalai Lama

 

O ESTADO DEMOCRÁTICO e de DIREITO ajusta condutas anti-sociais e criminosas que ferem conceitos humanos, como é o caso flagrante, DENUNCIADO através de um vídeo que circula nas redes sociais e “mostra o momento em que uma enfermeira forja a aplicação de vacina no braço de uma idosa. A filha filmava a mãe de 88 anos sendo vacinada em um posto drive-thru em Goiânia na última quarta-feira, 10, quando percebeu que a dose não foi aplicada”.

(...) De acordo com Luciana Jordão, que acompanhou a mãe, Floramy de Oliveira, até o centro de vacinação, a profissional de saúde apenas injetou a agulha no momento em que deveria vacinar.

CONCLAMAMOS AS AUTORIDADES, em especial o Ministério Público Federal (MPF) e o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) que apure e puna com o rigor da lei essa e outras  VIOLENTAS E CRUÉIS PRÁTICAS.

“O MAL QUE SE FAZ A UM, SE FAZ PARA TODOS”

Rio de Janeiro, 12 de Fevereiro de 2021.

Roberto Monteiro Pinho

Presidente


 

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