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quarta-feira, 22 de setembro de 2021

 Feminicídio: a última fronteira

(...) No entanto, a maior transformação será da consciência social de que a mulher se estabelece como um ser de direitos.

No universo das moléstias sociais está o Feminicídio que foi inserido pela Lei 13.104 de 09 de março de 2015, como uma circunstância qualificadora no crime de homicídio, alterando o artigo 121 do Código Penal e o incluindo no rol dos crimes hediondos, artigo 1º da Lei 8.072, de 25 de julho de 1990.

O Feminicídio tem sua origem na desigualdade de forças da relação de poder entre os gêneros: a dominação masculina x submissão feminina, seja no âmbito doméstico, seja em qualquer violação básica, discriminação ou menosprezo, resultando na morte da vítima por fatores exclusivos à condição de mulher.

Na esfera familiar, a violência física, sexual, patrimonial, psicológica e moral inicia-se bem antes da tragédia, pois a mulher ou é educada a suportar tudo para o êxito do relacionamento, ou é coagida a aceitar tais condições pela diferença de poder a ela impostas. Tais fatores colocam a vítima numa verdadeira prisão sem muros, alienando qualquer esperança de denúncia e intervenção judicial.

A desigualdade é latente

Há quem não compreenda a necessidade da qualificação de feminicídio, mas trata-se de uma medida que deixa claro a dívida do Estado à vulnerabilidade feminina, obrigando a redução dos casos de violência à mulher por meio da rigorosidade e da sanção. A justiça trabalha pela “desigualdade positiva” garantida na Constituição: aplicam-se medidas desiguais para que as relações de poder se equalizem.

O feminicídio é o ápice da violência contra a mulher, o último estágio da posse masculina e da necessidade de poder que o homem construiu na sociedade, e a sanção punitivo-pedagógica do Estado deve contribuir para coibir a consumação do crime.

No entanto, a maior transformação será da consciência social de que a mulher se estabelece como um ser de direitos. A autonomia de luta por reconhecimento dos direitos básicos da mulher perpassa pelo papel da família e da educação às crianças de tenra idade, principalmente o da mãe e educadores diretos para frearem correntes que ensinem comportamentos agressivos aos meninos e submissos às meninas, de príncipes salvadores com domínio em detrimento a princesas necessitadas submissas.

No elenco das submissões, existe um hiato entre o real e o irreal, ofuscando o risco que se forma, e com isso sairão do seio familiar uma geração de Homens e Mulheres que serão educados a maior igualdade no tratamento entre os gêneros, fortalecendo a parceria e diminuindo as competições, impedindo assim, a perpetuação do domínio masculino x submissão feminina em total quebra de paradigmas impostos pelo patriarcado.

Por: Rose Scalco/Imagem: Terceiravia

 

domingo, 5 de setembro de 2021

 


FERIADO DE 7 DE SETEMBRO - ALERTA DIREITO-LIBERDADE DE IMPRENSA

 

Plantão das Prerrogativas


ASSOCIAÇÃO NACIONAL, INTERNACIONAL DE IMPRENSA – ANI

 

A sociedade brasileira pode contar com o apoio do nosso quadro composto de jornalistas, advogados e juristas abaixo relacionados no caso de necessidade durante o período em que permanecer a epidemia do Covid-19, e em especial para o dia 7 de Setembro (terça-feira) corrente.

  

ATENÇÃO: A ANI ESTÁ 24 HORAS DE PLANTÃO PARA DEFENDÊ-LO QUANDO VIOLADOS SEUS DIREITOS CIVIS, AS PRERROGATIVAS, LIBERDADE DE IMPRENSA E DE EXPRESSÃO.

 

1.      A Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa, de Expressão e Direitos Humanos, atua em conjunto com nosso corpo jurídico.

2.      Durante eventos e nas questões urgentes mantemos o “Plantão Permanente” com pleno atendimento em Defesa das Prerrogativas dos Jornalistas, Mídias, Influencers, Comunicadores e da sociedade brasileira. CADASTRE-SE:

www.anibrasil.org.br

 

Coordenação:

 

Dr. Ricardo Braga França – Diretor Jurídico.

Dr. Wanderley Rebello Filho - Presidente da CEVRJ-ANI

 

55 + 21 99591-2990 (Sede)

55 + 21 99986-2931

55 + 21 98127-5151

55 + 21 98894-2544

55 + 21 98230-1372

55 + 21 99969-7044

55 + 21 99971-9560

55 + 21 99966-6968

 

ASSOCIAÇÃO NACIONAL E INTERNACIONAL DE IMPRENSA – ANI 


Somos todos ANI...


sexta-feira, 27 de agosto de 2021

 

 

NOTA DE REPÚDIO EM DESAGRAVO

 

A Associação Nacional e Internacional de Imprensa - ANI vêm a público manifestar profundo repúdio e o presente DESAGRAVO em face do nosso Delegado Regional-Rio de Janeiro, advogado e jornalista ELVIS DULTRA (ELVIS COMANDANTE) contra a ação truculenta de policiais militares fardados, representando o programa de Segurança Pública: “Barra Presente”, seguido da informada omissão dos policiais civis, lotados na 42ª Delegacia Policial – Recreio dos Bandeirantes – Rio de Janeiro, que pelos fatos ocorridos no interior da Delegacia, e assim narrados pelo supra agredido, se demanda, com fito inicial de levar o esclarecimento à população, denunciando o reprovável episódio e fora do parâmetro de urbanismo, ferindo frontalmente o Artigo 133 da Constituição Federal da República que assegura a advocacia o exercício de sua atividade como “essencial para efetivação da justiça”.

Além do violento episódio em tela, os atores causaram com o ocorrido uma mancha na imagem da instituição que vem se notabilizando pela excelência no seu principal objetivo que é o de proteger o cidadão e a sociedade como um todo, conforme...

...Rui Barbosa assim expressou:

“A imprensa é à vista da nação. Por ela é que a Nação acompanha o que lhe passa ao perto e ao longe, enxerga o que lhe malfazem, devassa o que lhe ocultam e tramam, colhe o que lhe sonegam, ou roubam, percebe onde lhe alvejam, ou nodoam, mede o que lhe cerceiam, ou destroem, vela pelo que lhe interessa, e se acautela do que a ameaça”.

Estando assim o advogado e jornalista DESAGRAVADO, através de sua entidade, protestando por todos os meios da licitude do exercício profissional do direito e de comunicação. Assim reiteramos que a ANI segue diligente no desfecho do caso.

Ademais é auspicioso que "periodistas" não se acovardem e continuem na defesa da CIDADANIA, DEMOCRACIA, LIBERDADE DE IMPRENSA, DIREITO HUMANOS E DO ESTADO DE DIREITO.

Assim, pugna pela LIBERDADE, VERDADE e JUSTIÇA!

Rio de Janeiro, 26 de Agosto de 2021.


ROBERTO MONTEIRO PINHO

Presidente – Associação Nacional e Internacional de Imprensa - ANI

WANDERLEY REBELLO FILHO

Diretor vice-presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa ANI e Presidente da Comissão de Enfrentamento da Violência Contra Repórteres, Jornalistas e Afins

 RICARDO BRAGA FRANÇA

Diretor Jurídico da Associação Nacional e Internacional de Imprensa - ANI

OABRJ n° 98.795

 

 

Avenida Rio Branco, 81 – 18° andar  – Centro – Rio de Janeiro – RJ/BR – Cep. 20.030-000 | Tel: (55 (21) 99591-2990

E-mail: anicomunicacao@gmail.com | www.anibrasil.gov.br | www.anibrpress.blogspot.com.br

 

 

 

terça-feira, 3 de agosto de 2021

 

REDES SOCIAIS:

O ranking das redes sociais e a segurança para influenciar pessoas

(...) O dirigente da ANI explica que: “No entanto apesar da vantagem que o negócio proporciona essas empresas, não protegem seus usuários, e segundo dados oficiosos, investem menos de 1% na segurança ciber, o que é uma resposta desalentadora” – conclui.

Núcleo: ANIBRPress

De acordo com o relatório Digital 2021 tivemos um acentuado crescimento de usuários nas redes sociais, conforme ranking das 10 redes mais usadas no Brasil liderada pelo: Youtube (96.4%), WhatsApp (91.7%), Facebook (89.8%), Instagram (86.3%), Facebook Messenger (68.5%), Twitter (51.6%), TikTok (47.9%), Pinterest (47.1%), LinkedIn (42.6%) e Telegram (29.4%).

No ano de 2020 ocorreram significativas mudanças nos hábitos digitais das pessoas em todo o mundo. Com a pandemia de Covid-19, o consumo de informações – nos mais variados formatos – dentro das mídias sociais aumentou significativamente. Isso acabou gerando mudanças, como, por exemplo, reposicionamentos na lista das 10 redes sociais mais usadas no Brasil.

Segundo o We Are Social e Hootsuite, números mais recentes indicam que os brasileiros passam, em média, 3 horas por dia, conectados às redes sociais. A tendência é que, no decorrer de 2020, esse tempo tenha sido ainda maior.

A segurança ainda é um desafio

A LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709) nas ações de marketing digital se tornou um campo minado de intrusos que utilizam informações ao extremo para fins criminosos. Para o jornalista e presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, essa é um das maiores preocupações no universo cibernético.

“Existem inúmeros questionamentos que circundam a segurança nas redes sociais, desde o hacker ao vazamento de informações. O setor de mídia hoje é um dos que mais atrai investimentos, impulsionando o mercado de trabalho, negócios e a indústria de equipamentos eletrônicos, capitaneados pelos Smartphones, e com um lucro substancial para provedores e plataformas digitais”.

O dirigente da ANI explica que: “No entanto apesar da vantagem que o negócio proporciona, essas empresas, não protegem seus usuários, e segundo dados oficiosos, investem menos de 1% na segurança ciber, o que é uma resposta desalentadora” – conclui.

A partir da Lei Geral de Proteção de Dados, os usuários têm acesso facilitado às informações de bancos de dados. Além de verificarem os dados, os usuários podem solicitar ajustes ou mesmo remoção de informações, sempre que julgarem necessário. Quem não seguir a LGPD pode ser multado em 2% do faturamento, sendo que o limite da multa é de R$ 50 milhões (por infração).

As redes interativas

O Facebook retomou o primeiro lugar no Brasil em 2020 – feito ainda mais expressivo quando consideramos que ele é dono de outras três redes sociais que estão no top 5 (Whats, Insta e Messenger). E por essa razão segue sendo a mais utilizada pela população mundial: com mais de 2,7 bilhões de contas ativas – sendo 130 milhões delas brasileiras.

O WhatsApp é a rede social de mensagens instantâneas mais popular entre os brasileiros: praticamente todas as pessoas que têm um Smartphone também o têm instalado. Algumas operadoras permitem o uso ilimitado do aplicativo, sem debitar do consumo do pacote de dados. Uma estimativa bem realista aponta que 120 milhões de brasileiros usam o aplicativo. 

Na última edição do ranking, o YouTube havia passado o Facebook e se tornado a rede social mais utilizada no Brasil. Porém, o número mais recente que obtivemos traz uma mudança de metodologia da própria plataforma de streaming: ela conta apenas usuários entre 18 e 65 anos e chega a 105 milhões de brasileiros vendo (e postando) vídeos todos os meses. Assim, caiu no ranking.

Do Instagram, TikTok ao Snapchat

A rede Instagram foi uma das primeiras redes sociais exclusivas para acesso por meio do celular. E, embora hoje seja possível visualizar publicações no desktop, seu formato continua sendo voltado para dispositivos móveis. O Insta é a 4ª rede social mais usada no Brasil, com 95 milhões de usuários.

O Twitter atingiu seu auge em meados de 2009 e de lá para cá está em declínio de usuários, mas isso não quer dizer todos os públicos pararam de usar a rede social. Em 2020, aliás, a rede social chegou a crescer, com as pessoas buscando atualizações mais ágeis de notícias, o que a torna muito relevante jornalisticamente. Porém, se considerarmos apenas os usuários ativos, são 16,6 milhões de tuiteiros brasileiros.

O Messenger é a ferramenta de mensagens instantâneas do Facebook. Foi incorporada ao Facebook em 2011 e separada da plataforma em 2016. Com a “separação”, o download do aplicativo Messenger tornou-se obrigatório para usuários da rede social via smartphones.

Já o TikTok é hoje uma das redes sociais mais usadas no Brasil por adolescentes, celebridades, humoristas – profissionais ou não – e empresas. Na pandemia, foi refúgio para muita gente relaxar, dar algumas risadas, se emocionar e, claro, dançar. No começo do ano, estima-se que o aplicativo alcançou 7 milhões de brasileiros.

O Snapchat é um aplicativo de compartilhamento de fotos, vídeos e texto para mobile. Foi considerado o símbolo da pós-modernidade pela sua proposta de conteúdos efêmeros conhecidos como snaps, que desaparecem algumas horas após a publicação. No Brasil, são cerca de 11 milhões de usuários, deixando-o no top 10 das redes sociais mais usadas no país.

Conteúdo: ANIBRPress/EditoriaANI/ We Are Social e Hootsuite/Imagem:Internet

terça-feira, 6 de julho de 2021

A incógnita do futuro das redes sociais

ANIBRPress

 

O desenvolvimento das plataformas digitais trouxe as conexões que passaram a obedecer há outros tempos e espaços. Podemos destacar o Facebook que evoluiu para uma extensão com o Instagram, ocupando um espaço nas mídias sociais, que superam aos demais. Próximo está o Twitter, dominado pelos mais jovens e que impõe um ritmo frenético de posts, criando muita discussão, principalmente nos temas da política.

 

De fato há 25 anos, era difícil ou mesmo quase impossível imaginar que surgiriam canais chamados “redes sociais”, pelos quais as pessoas compartilham com milhares de indivíduos pelo mundo as suas experiências pessoais. Hoje, Facebook, Twitter, Instagram e Snapchat representam as redes sociais mais utilizadas em todo o mundo.

 

O ranking da mídia eletrônica

 

Atualmente, no universo das mídias, o ranking de 2020 aponta a liderança do Facebook. 2,7 bilhões. YouTube. 2 bilhões. WhatsApp. 2 bilhões. Facebook Messenger. 1,3 bilhão. WBXIN/WeChat. 1,2 bilhão. Instagram. 1,15 bilhão. LinkedIn. 727 milhões e TikTok. 689 milhões. De acordo com a pesquisa Digital in 2016, da We Are Social, no Brasil, uma média de 45% da população se mantêm ativa nas redes sociais. O Facebook é a mídia preferida dos brasileiros, com cerca de 103 milhões de usuários.

 

Quando surgiu em 2000 o My Space deu seus primeiros passos com uma proposta genérica, modesta, porem consolidou-se como um território importante para divulgação das bandas independentes. Era possível divulgar o trabalho e disponibilizar músicas para ouvir em streaming. Lançado em 2003 o Linkedin  uma (ferramenta corporativa, bem estruturada), permaneceu em segundo plano, até o ano de 2010, quando o site foi traduzido para o português abraçando um universo de milhões de brasileiros. Isso fez com que os números de conectados saíssem de 1 milhão para 6 milhões em pouco tempo, chegando em 2020 aos 45 milhões de usuários.

 

Atento a essa evolução capitaneada pelas mídias sociais, surgiu em 2015 à proposta de fundar a Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, uma entidade de comunicação associativa, como ressaltou o presidente, jornalista Roberto Monteiro de Pinho.

 

“Surgimos para romper o preconceito de que informação seria privilégio do jornal impresso, da mídia tradicional, e dos ‘coronéis’ da mídia, que dominavam sem ser importunados, no espaço da comunicação no universo. Criamos no Estatuto um dispositivo de acesso para esse segmento interativo, até então legado ao desprezo pelos donos dos negócios da comunicação, em razão disso somos a entidade que mais cresceu nos últimos cinco anos”.

 

Um passado mais presente do que nunca


As redes sociais já existiam mesmo antes da internet. O que era para ficar no passado se tornou mais presente do que nunca. Hoje qualquer grupo de pessoas pode criar do seu smatphone sua rede de bate papo, no Whatsapp, ampliada com extensões, e com isso dispor de milhares de contatos, que serão alcançados com apenas um clic, da postagem, e vice-versa.

 

Ao longo de décadas os sites de redes sociais se transformaram em interessante atrativo na comunicação de massa, criando um novo hábito na sociedade de consumo. Começou em 1996, quando o empresário Andrew Weinreich fundou o Six Degrees, pioneiro do gênero.

 

O objetivo ainda se fundamenta, era formar uma comunidade. Os internautas podiam criar um perfil e mandar um alô tanto para amigos quanto para amigos de amigos. Obedecia-se à lógica dos seis graus de separação – a idéia de que um indivíduo está, no máximo, a seis conhecidos de distância de qualquer outro habitante do planeta. Com o passar dos anos, saindo da internet discada, o salto para se chegar a 2021, foi meteórico. De todo modo, a fórmula inicial estava lançada. O Six Degrees inspirou sites semelhantes, como o Fiendster (2002) e, mais tarde, o Orkut (2004). Todos hoje na nostalgia de um passado, mais presente do que nunca.

 

Núcleo de conteúdo: ANIBRPress/Imagem: editoria