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domingo, 30 de março de 2025

 

                                     

                                        CONVITE

 

Ilustríssimos Senhores (as):

A Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, e o Núcleo Especial de Eventos, nos termos do seu E.E, convidam para a importante Reunião com os Temas:

Destaque:

-Apresentação e sugestões para o programa: CONEXÃONEWS, que estreia na primeira quinzena, (domingo às 22h30m), na TV MAX – 25 e 525 NET;

-Nomeação de participantes na 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-30), em novembro de 2025, em Belém (PA).

-Apresentação da Obra: ARBITRAGEM AO ALCANCE DE TODOS”. Com a Indicação dos membros da I Câmara de Arbitragem da Barra da Tijuca. (Art.3° parágrafo XI do E.E da ANI).

PAUTA:

1. Breve Relatório da Diretoria;

2. Posse dos Delegados Regionais /Homenagens;

3. Entrega de Moções.

Assuntos Gerais. 

Data: 08 de abril de 2025 (terça-feira).

Horário: 18:00 horas

Local: Avenida Atlântica, 2.302 – Terraço – Copacabana - Rio de Janeiro, RJ

CONFIRMAR PRESENÇA: anibrpress@gmail.com

Rio de Janeiro, 28 de março de 2025

 

Cordialmente,

Roberto Monteiro Pinho - Presidente

Rita Lousiê - Diretoria de Eventos


quinta-feira, 20 de março de 2025

CIBERSEGURANÇA

A Guerra contra os insaciáveis hackers invasores

ROBERTO MONTEIRO PINHO - Ter um site hackeado está longe de ser incomum — na verdade, segundo uma pesquisa da Astra, cerca de 30 mil sites ao redor do mundo são invadidos todos os dias. E não são apenas as grandes empresas que sofrem com isso: mais de 40% desses ataques têm como alvo pequenos negócios. As consequências para os proprietários podem ser devastadoras. Mas, com bastante trabalho, é possível retomar o controle e proteger sua plataforma.

Há vários sinais que indicam que seu site foi invadido. Em alguns casos, navegadores, seu provedor de hospedagem ou até visitantes podem alertá-lo. Outras mudanças, como anúncios desconhecidos e novas páginas, também são sinais de que um possível “novo usuário” está editando o site sem o seu conhecimento. Embora alguns desses sinais possam ter outras explicações, todos devem ser levados a sério como possíveis indícios de invasão.

O Google informou que combate tem sido intenso para a Play Store.  A Plataforma passou algum tempo ocupada com seu botão de exclusão, após ameaças se infiltrarem na loja de aplicativos mais segura do Android. E tudo isso aconteceu depois de um alerta de ataque ao sistema operacional da companhia. Primeiro, um esquema de fraude de anúncios levou à remoção de 180 aplicativos com 56 milhões de downloads. Depois, um perigoso trojan Anatsa/Teabot foi expulso da loja. Além disso, páginas falsas da Play Store estão enganando usuários para que instalem aplicativos de alto risco.

Recente, outra ameaça foi exposta, e o Google confirmou que todos os aplicativos recentemente identificados como portadores de um spyware perigoso também foram removidos da loja de apps. Esse último alerta veio da empresa de segurança Lookout, que atribuiu o novo malware KoSpy ao grupo norte-coreano APT37 (ScarCruft).

A publicou que o spyware “pode coletar uma grande quantidade de dados, como mensagens SMS, registros de chamadas, localização, arquivos, áudio e capturas de tela“. Trata-se de um esforço coordenado por hackers norte-coreanos, com “evidências de que a infraestrutura está sendo compartilhada com o APT43 (Kimsuky), outro grupo notório patrocinado pelo Estado norte-coreano”. Ambos os grupos têm como alvo usuários em vários países.

O novo malware ataca tanto falantes de inglês quanto de coreano e aparentemente existe pelo menos desde o início de 2022. “O KoSpy tem sido observado usando iscas de aplicativos falsos, como ‘File Manager’, ‘Software Update Utility’ e ‘Kakao Security’, para infectar dispositivos“. 

O spyware possui uma lista impressionante de funcionalidades:

Coleta de mensagens SMS;

Coleta de registros de chamadas;

Rastreamento da localização do dispositivo;

Acesso a arquivos e pastas no armazenamento local;

Gravação de áudio e captura de fotos com a câmera;

Captura de tela ou gravação da tela durante o uso;

Registro de teclas digitadas por meio da exploração de serviços de acessibilidade;

Coleta de detalhes sobre redes Wi-Fi;

Compilação de uma lista de aplicativos instalados

Embora nenhum dos aplicativos identificados permaneça na Play Store, eles ainda podem estar disponíveis em outros locais. “As amostras do KoSpy analisadas pela Lookout se disfarçam como cinco aplicativos diferentes: 휴대폰 관리자 (Phone Manager), File Manager, 스마트 관리자 (Smart Manager), 카카오 보안 (Kakao Security) e Software Update Utility”. Se algum desses aplicativos estiver instalado em seu celular, remova-o imediatamente.

Além do KoSpy, você também deve excluir qualquer um dos aplicativos de fraude de anúncios e os apps infectados com Anatsa que o Google confirmou ter removido da loja. Além disso, certifique-se de que o Google Play Protect esteja ativado o tempo todo no seu dispositivo.

Em resposta ao relatório da Lookout, o Google declarou: “O uso de idioma regional sugere que esse malware foi desenvolvido para ataques direcionados. Antes de qualquer instalação por usuários, a amostra mais recente do malware, descoberta em março de 2024, foi removida da Google Play. O Google Play Protect protege automaticamente os usuários do Android contra versões conhecidas desse malware em dispositivos com os Serviços do Google Play, mesmo quando os aplicativos vêm de fontes externas à Play Store”

O Brasil é o segundo país atacado pelos criminosos cibernéticos

O Brasil é o segundo país com mais ataques cibernéticos no mundo. Em um período de 12 meses, foram registrados mais de 700 milhões de ataques cibernéticos no país, totalizando 1.379 por minuto, segundo Panorama de Ameaças para a América Latina 2024.

E o que tem representado um desafio para a segurança cibernética é a própria tecnologia. A escocesa Chelsea Jarvie, é especialista em cibersegurança. Ela alerta para a sofisticação dos ataques, promovida principalmente pela evolução da inteligência artificial. - Os usuários devem buscar implementar medidas cada vez mais sofisticadas e seguras para se proteger. Porém, indaga que esse processo não se sustenta apenas com tecnologias mais modernas – explica.

O relatório “Cost of a Data Breach”, da IBM, aponta que o custo médio de uma violação de dados no Brasil é de R$ 6,75 milhões. A pesquisa ainda aponta que os ataques de phishing foram os mais comuns, com um custo médio de R$ 7,75 milhões por violação.

Um dos principais desafios apontados em relação à cibersegurança é a complexidade dos sistemas e a falta de capacitação para lidar com os mesmos. Enquanto isso, aqueles que conseguiram desenvolver respostas eficientes contra-ataques apontam para o uso das soluções oferecidas pela tecnologia como diferencial.

Núcleo de Conteúdo: ANIBRPress/ Cost of a Data Breach”, da IBM/Imagens: Internet.

ROBERTO MONTEIRO PINHO - Jornalista, escritor, CEO em Jornalismo Investigativo, Ambientalista, Presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, Associação Emancipacionista da Região da Barra da Tijuca – AEBAT e Clube dos Jornalistas do Brasil CJB. Membro da ALB - Federação das Academias de Letras do Brasil, Técnico em Arbitragem. (Lei 9307/1996). Ex - Dirigente da Central Geral dos Trabalhadores – CGT, Observador para Assuntos sobre Liberdade de Imprensa no Parlamento Europeu e Direitos Humanos na ONU. Coordenador do Gabinete de Crise – ANI. Editor Executivo da Revista, ANIBRPress.com, STANDERNews.com,CONEXÃONEWS.COM, Jornal TribunaToday.com. Titular de Portais, sites. Titular de blog de notícias Nacionais e Internacionais, blog Análise & Política. Repórter Correspondente de Guerra. CEO em editoria de jornais, revistas e obras literárias. Autor da obra: Justiça Trabalhista do Brasil (Edit. Topbooks), e dos livros e-book: “Os inimigos do Poder”, ”Mr. Trump na visão de um jornalista brasileiro”, “Superação”, “Quando ouço uma Canção”, “O Sistema”, “Manual da Arbitragem” e “Manual da Emancipação”.