“Que o espírito natalino no âmago de seu princípio de amor, traga aos nossos corações a fé inabalável dos que acreditam em um novo tempo de igualdades, pacificação, respeito à cidadania, e de grandes conquistas sociais. Boas Festas”
ASSOCIAÇÃO NACIONAL E INTERNACIONAL DE IMPRENSA – ANI
(...) Na oportunidade os visitantes puderam ver e fotografar um painel com 24 Fotografias sob o tema dos Direitos Humanos.
No dia 7 de dezembro às 14 horas na Cinelândia no Centro da Cidade do Rio de Janeiro, a Associação nacional e Internacional de Imprensa – ANI, promoveu um Ato Público pelo dia Internacional da Liberdade de Expressão (o dia oficial é 10 de dezembro). A Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU diz: "Todos têm o direito à liberdade de opinião e expressão, o que inclui a liberdade de ter opiniões sem interferência e de procurar, receber e partilhar informações e ideias através de qualquer meio e independentemente das fronteiras", assinala Roberto Monteiro Pinho – presidente da ANI.
Direito ao contraditório
O evento reuniu dirigentes, associados da ANI e o púbico que teve a oportunidade interagir os assuntos polêmicos da comunicação, a exemplo da Lei do Direito de Resposta, o Fim da Lei do Desacato e o Marco Civil da Internet. Na oportunidade os visitantes puderam ver e fotografar um painel com 24 Fotografias sob o tema dos Direitos Humanos. Para Monteiro, “levar essas questões para as ruas é o melhor meio de discutir, ouvir e confrontar opiniões. Tudo em nome da liberdade de expressão, da democracia, direitos humanos e do contraditório, essa é a nossa luta constante em defesa da sociedade e das prerrogativas dos jornalistas”.
No dia 7 de dezembro
às 14 horas na Cinelândia no Centro da Cidade do rio de Janeiro, a Associação
nacional e Internacional de Imprensa – ANI, vai comemorar o dia Internacional
da Liberdade de Expressão (o dia oficial é 10 de dezembro). A Declaração Universal dos Direitos Humanos da
ONU diz: "Todos têm o direito à liberdade de opinião e expressão, o que
inclui a liberdade de ter opiniões sem interferência e de procurar, receber e
partilhar informações e ideias através de qualquer meio e independentemente das
fronteiras".
O artigo 5º da Constituição
Federal garante a liberdade de expressão e opinião; nenhuma lei, abaixo dela,
tem o poder de calar a opinião individual. Mas esse tem sido o maior desafio da
sociedade. A Constituição de 1988 reservou um capítulo específico para a
comunicação social (arts. 220 a 224). Ele trata de temas relevantes para a
sociedade, ao disciplinar a liberdade de expressão, a liberdade de imprensa, a
censura, a propriedade das empresas jornalísticas e a livre concorrência. A
Convenção Européia de Direitos Humanos concede a todos os cidadãos o direito à
liberdade de expressão, incluindo o direito de "ter opiniões e receber e
partilhar informações e ideias sem interferência da autoridade pública".
(...) As liminares com o objetivo de calar a imprensa têm sido uma
constante no Brasil - explica o presidente da Associação Nacional e
Internacional de Imprensa – ANI, jornalista Roberto Monteiro Pinho.
“Não podemos deixar de observar as
constantes investidas do capital, que através de influência, constantemente
investe contra profissionais da comunicação, e contam para isso, com um
judiciário desafeto a liberdade de expressão. Os ativistas e grupos que atuam
nas redes sociais estão incomodando grandes grupos econômicos e políticos, é
preciso lutar para a manutenção deste segmento”. As liminares com o objetivo de
calar a imprensa têm sido uma constante no Brasil - explica o presidente da
Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, jornalista Roberto
Monteiro Pinho.
A Carta Magna
Nesse contexto, a Constituição
assegurou a mais ampla liberdade de manifestação do pensamento (arts. 5º,
inciso IV e 220). No que tange especificamente à liberdade de imprensa, a
Constituição é expressa: “nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir
embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de
comunicação social, observado o disposto no art. 5º, incisos IV, V, X, XIII e
XIV” (art. 220, § 1º).
Nenhum outro segmento de
manifestação tem sido mais censurado, e violentamente atacado do que os meios
de comunicações. Neste contexto o jornalista, é frontalmente atingido pelos
governos ditatoriais e organismos públicos e privados que não admitem criticas,
aos seus desmandos.
Para o dirigente da ANI, a
proteção da prerrogativa do jornalista é fundamental para fazer valer a
liberdade de informar. “Já tivemos e enfrentamos vários casos em que jornalista
foram processados, e liminarmente obrigados a Calar”. Nesses casos nós entramos
com todo arcabouço legal para fazer valer a liberdade de expressão, explica. “É
preciso enfrentar o problema com a Constituição na mão, fazer valer o direito”.
Com Inscrições a partir de 21 de Novembro de 2017 e início em 5 de Janeiro de 2018 a Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI através da sua representação de Delegados Regionais da Barra da Tijuca, vai realizar o Torneio de Verão – ANI de Vôlei de Praia – Barra da Tijuca – 2018.
Estarão participando as duplas inscritas em várias categorias masculina, feminina e infanto juvenil, alem de exibição com profissionais do esporte especialmente convidados.
Local do evento: Avenida Sernambetiba – Recanto dos Pescadores (praia). INFORMAÇÕES: (21) 9.8848-9497 (21) 2547-3055 (sede).
Perda de faturamento é atribuída aos ativistas sociais.
imagem: arquivo
ANIBRPress
As mídias digitais se tornaram onipresentes no dia-a-dia das pessoas do século XXI. Agora elas não são mais utilizadas apenas para reencontrar velhos conhecidos ou para se comunicar com amigos que moram longe: o mundo corporativo também entrou nessa onda. E todo esse movimento faz com que saber quais são as redes sociais mais usadas pelo público brasileiro e mundial seja de grande importância para as empresas.
No retrovisor dessa rede mania, está o complexo sistema Globo que perdeu terreno e vem sendo fustigada diariamente pelo mídia ativistas que saem na frente com a informação. “Para a mídia hegemônica, esse cenário é cruel. Diminui o faturamento com anúncios e obrigam as emissoras, jornais e revistas a serem mais criteriosas com suas publicações, sob pena de serem desmentidas pelos internautas”, avalia o presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI Roberto Monteiro Pinho.
Mercado de trabalho
Para o dirigente, com o advento das redes sociais, se abriu um novo mercado para desempregados e aqueles que se interessam pela internet. “Os profissionais de mídia, constroem verdadeiros e engenhosos sistema de informações, através de sites, blogs, jornais e revistas eletrônicas, usam o instagram, youtube, e outros sistemas disponíveis, e ainda o facebook para publicar continuamente notícias e assuntos de interesse da comunidade. Hoje quatro de cada programa ao vivo e 80% do jornalismo repórter, são abastecidos por internautas amadores e profissionais, que atuam 24 horas por dia em contato a vida urbana” – explica.
Monteiro estima que em pouco mais de cinco anos, a mídia eletrônica vai absorver toda demanda de papel. “Os jornalões e revistas já estão optando pela publicação eletrônica, aos poucos vão esvaziando o periódico impresso, que já se tornou engessado”. Ele se preocupa com esse quadro, e alerta, “Os barões da comunicação vão querer a hegemonia da mídia eletrônica, temos que ficara atento” - alerta.
Pesquisas são extraordinariamente promissoras
Estudo divulgado pela eMarketer nos coloca como os principais usuários de redes sociais em toda a América Latina, com números bem adiante do segundo e do terceiro colocados. Segundo o estudo, o Brasil tinha 78,1 milhões de usuários mensais ativos (isto é, que acessam uma rede social ao menos uma vez por mês) em 2014, número que subiu para 86,5 milhões em 2015 (crescimento de 10,7%) e alcança a metade de 2016 com 93,2 milhões (aumento de 7,8%).
Em segundo lugar está o México, que saltou de 43,7 milhões em 2014 para 49,5 milhões em 2015 (+13,2%) e chega em junho de 2016 com 56 milhões de usuários ativos (+13,1%). A Argentina, que fecha o pódio de países com mais usuários de redes sociais da América Latina, tinha 19,2 milhões em 2014 e foi para 20,8 milhões no ano passado (+8,5%); os hermanos chegam em junho de 2016 com 21,7 milhões de usuários (+4,2%).
Ao todo, o pedaço do continente americano que vai do norte do México até Ushuaia conta com 260 milhões de usuários de redes sociais, porção que corresponde a 42% de toda a sua população. Nos últimos anos, a quantidade de usuários tem aumentado de forma considerável: em 2014, eram 210 milhões de latino-americanos conectados às redes sociais; em 2015, este número chegou a 237,8 milhões. Para 2020, a previsão é de que sejamos 313,6 milhões de usuários de sites como Facebook, Twitter e Instagram, entre outros.
Usuários de redes sociais na América Latina. (Foto: Divulgação/eMarketer)
Penetração
Os números divulgados pela eMarketer mostram ainda o quanto as redes sociais estão presentes na maioria da vida dos internautas latino-americanos. O México lidera este quesito: 79,2% dos mexicanos com acesso a internet utilizam ao menos uma rede social — em 2020, esta porcentagem deve ser de 82,3%. O Brasil vem em segundo, com 77.8% dos internautas ligados a uma rede social — a previsão para daqui a quatro anos é de 80,3%. Na Argentina, 72,7% dos internautas estão nas redes sociais — em 2020, este número deve ser 75,5%.
Em relação à população total do país, a Argentina lidera o ranking: 49,4% de todos os argentinos acessam uma rede social ao menos uma vez por mês. O México vem em segundo, com 45,8% de toda a sua população conectada a uma rede social. Em terceiro está o Brasil, com 45,3% de todo o seu povo mantendo pelo menos uma conta em redes sociais.
Penetração das redes sociais entre os usuários de internet latino-americanos. (Foto: Divulgação/eMarketer)
Domínio do Facebook
Como era de se esperar, o Facebook é a rede social dominante na região — assim como o é em quase todo o restante do mundo. Segundo dados da eMarketer, 245 milhões de latino-americanos têm conta na plataforma criada por Mark Zuckerberg, um número impressionante que significa exatos 94,2% de todos os internautas do continente.
Em todos os países, o Facebook tem números expressivos entre as pessoas que usam alguma rede social. No México, 94,2% das pessoas que usam algum site do gênero estão no Facebook; no Brasil, a porcentagem é um pouco maior: 95%; por fim, na Argentina, o número é ainda maior, 97,7%.
Twitter ainda engatinha
Apesar do alvoroço causado pelo Twitter, a rede social dos 140 caracteres ainda engatinha por aqui, “indo pouco além de seu papel principal como fonte de notícias de última hora”, define a eMarketer. Segundo o estudo divulgado pela empresa, apenas 29% de todos os usuários de redes sociais da região estão no Twitter. Este número deve crescer 12,9% em 2016, segunda maior taxa de crescimento do mundo e ligeiramente maior do que a média mundial.
Dos três maiores países latino-americanos, o México lidera na proporção de usuários: 42% das pessoas com contas em alguma rede social tem perfil no Twitter. A Argentina vem em segundo lugar, com 36,9% e o pódio é fechado pelo Brasil, com 29,7%.
Como escolher
Tudo o que estiver aberto nas redes pode acabar na mira de grandes empresas e dos profissionais do setor de Recursos Humanos, de modo que quem procura por uma oportunidade profissional precise aumentar a cautela e zelar pela privacidade dos seus posts. Uma das redes sociais mais usadas pelos brasileiros é, justamente, voltada para o universo profissional. Ou seja: por meio das mídias sociais também é possível ganhar pontos na hora de procurar por um novo emprego.
Confira, a seguir, quais são as redes sociais mais acessadas pelos brasileiros e em todo o mundo, de acordo com pesquisas realizadas ao longo do ano de 2014.
No Brasil
Facebook: Com mais de 1,5 bilhões de usuários ativos e quase 11 anos de vida, o Facebook é o campeão brasileiro e mundial das redes sociais, contando com cerca de 80 milhões de usuários somente no Brasil.
LinkedIn: A rede focada no mundo corporativo já é a segunda mais usada no País e quarta no ranking mundial, contando com 240 milhões de usuários com seus currículos online publicados em quase 12 anos de existência.
Twitter: Com cerca de nove anos de existência, o Twitter conta com 560 milhões de usuários em todo o mundo, sendo que 100 milhões destes acessam a rede todos os dias, gerando uma média de 500 milhões de tweets diários.